segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

JUIZ DE FORA: Veteranos e estreantes frente à frente na disputa pela Prefeitura de Juiz de Fora.

Pelo menos dez nomes são apontados como possíveis candidatos à sucessão do prefeito Antônio Almas, que deve tentar a reeleição.


Por Renato Salles
05/01/2020 às 07h00- Atualizada 05/01/2020 às 10h37

Desde as eleições municipais realizadas em 15 de novembro de 1982 até os dias de hoje, a população de Juiz de Fora já compareceu às urnas em nove processos eleitorais para escolher quem seria o ocupante da Prefeitura. Em nove oportunidades, entretanto, apenas quatro nomes saíram vitoriosos e com a chancela popular para assumir o principal cargo político do Município: Tarcísio Delgado, que venceu em 1982, 1996 e 2000; Carlos Alberto Bejani, 1988 e 2004; Custódio Mattos, 1992 e 2008; e Bruno Siqueira, 2012 e 2016.

Em um hiato de pouco mais de 37 anos, as eleições de 2020 marcarão a primeira vez na história em que nenhum dos quatro nomes aparece entre os possíveis candidatos à sucessão municipal, em um pleito que deve ser marcado pelo embate de veteranos da política local e estreantes nas contendas eleitorais.

Alçado ao comando da Prefeitura após a renúncia do ex-prefeito Bruno Siqueira (MDB) em abril de 2018, Antônio Almas (PSDB) deve tentar a reeleição e colocar, pela primeira vez, seu nome para a apreciação do eleitorado juiz-forano como cabeça de chapa de uma candidatura majoritária. Além de trazer consigo a experiência de comandar o Poder Executivo municipal em um momento de grandes dificuldades financeiras, Almas é também o mais “veterano” entre os pré-candidatos especulados nos bastidores da política da cidade. Ao menos, quando levado em consideração o exercício de cargos eletivos. O tucano foi vereador em duas legislaturas (1993-1996 e 1997-2000) e candidato a vice-prefeito nas eleições de 2004, na chapa encabeçada por Custódio Mattos, e de 2016, quando a composição puxada por Bruno Siqueira saiu vitoriosa das urnas.
Outra veterana que pode retornar a contenda pela Prefeitura é a deputada federal Margarida Salomão, que vem sendo apontada como possível candidata do PT nas eleições de outubro. Caso as especulações sejam confirmadas, esta será a quarta vez que a deputada federal por três mandatos (entre 2011 e 2015; 2015 e 2019; e na atual Legislatura, de 2019 a 2023) tentará chegar ao Executivo juiz-forano. Sempre que se lançou como opção, a petista chegou ao segundo turno, sendo derrotada em 2008 por Custódio Mattos; e em 2012 e 2016, por Bruno Siqueira. Além das experiências eleitorais e na Câmara dos Deputados, Margarida acumula ainda duas passagens pelo comando da Reitoria da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), entre 1998 e 2006.

Trajetória ascendente

Entre os nomes especulados que têm em suas bagagens experiências na vida pública, aparecem ainda o do deputado estadual Noraldino Júnior (PSC). O parlamentar já disputou a Prefeitura em 2016, quando foi o terceiro mais votado, ficando atrás de Bruno e Margarida. Em sua trajetória eleitoral, Noraldino se elegeu vereador em 2008 e 2012 e deputado nas eleições de 2014 e 2018. Outra ocupante de uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) apontada como possível candidata à Prefeitura é a deputada estadual Sheila Oliveira (PSL). Sem ser exatamente uma veterana na política eleitoral, a delegada da Polícia Civil coleciona bons resultados nas urnas e uma trajetória meteórica, tendo sido a vereadora mais votada da história da cidade nas eleições de 2016. Também foi a mais votada em Juiz de Fora entre os candidatos a deputado estadual no pleito realizado há pouco mais de um ano.

Tradição local de 25 anos pode ser mantida

Caso confirme sua candidatura à PJF, Sheila reforça uma tradição na política local de Juiz de Fora: a de que os candidatos mais votados na cidade em uma eleição geral ressurjam como postulantes ao Executivo municipal dois anos depois. Nos últimos 25 anos, todos os nomes mais votados em Juiz de Fora na corrida pela ALMG disputaram a Prefeitura. Em 2014, Noraldino foi reeleito deputado estadual com a maior votação nas urnas da cidade e testou seu nome como candidato a prefeito dois anos depois. Em 2012, o ex-prefeito Bruno Siqueira (MDB) venceu as eleições após ter sido o deputado estadual mais votado nas urnas locais em 2010.
O mesmo aconteceu em 2002, quando o também ex-prefeito Alberto Bejani foi o mais lembrado nas seções juiz-foranas na disputa por cadeiras na ALMG e se elegeu prefeito em 2004. Em 1998, Bejani já havia sido o deputado estadual mais votado no município e disputou a Prefeitura em 2000, quando acabou derrotado por Tarcísio Delgado no segundo turno. Em 1996, Sebastião Helvécio foi o mais lembrado pelos juiz-foranos. Candidato a prefeito dois anos depois, ficou na quarta colocação em pleito também vencido por Tarcísio.
MDB
Entre aqueles que já exerceram cargos eletivos, outro especulado como possível candidato à Prefeitura é o ex-vereador e ex-deputado estadual Isauro Calais (MDB). Seu nome é visto como uma opção interna do MDB, caso a sigla opte por candidatura própria. Cabe lembrar que os emedebistas integram o primeiro escalão do prefeito Antônio Almas e, também por conta disso, o apoio do partido ao projeto de reeleição de Almas também é aventado.

Novatos em cargos eletivos miram Executivo

Em contraposição aos nomes especulados como pré-candidatos à Prefeitura de Juiz de Fora que já obtiveram, de alguma forma, sucesso nas urnas, outros quadros buscam o respaldo do eleitorado diretamente em uma eleição majoritária. Um nome que é considerado praticamente certo na corrida pelo Executivo Municipal é o de Wilson Rezende, do Grupo Rezato, que deve retornar à disputa pelo PSB. O empresário foi candidato a prefeito nas últimas eleições, em 2016, quando foi o quarto mais votado. A despeito da boa votação em sua primeira candidatura, Wilson descartou uma candidatura a deputado em 2018 e mantém foco no anseio de chegar à PJF.
O próximo processo eleitoral ainda deve trazer alguns debutes. Em setembro do ano passado, uma possível candidatura do médico e presidente da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, Renato Loures, ganhou força após o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) ter sinalizado apoio a um projeto encabeçado pelo responsável pelo hospital, que fez os primeiros atendimentos do presidente após o atentado à faca sofrido na cidade durante ato de campanha em 2018. Neste ínterim, Renato Loures, inclusive, desfiliou-se do PDT, sigla da qual era um dos fundadores na cidade, podendo seguir caminho apontado pelo grupo de Bolsonaro, que ainda corre para formatar um novo partido, o Aliança pelo Brasil.
Também é considerada como certa uma candidatura à Prefeitura do Partido Novo, que ganhou espaço em Minas Gerais após a eleição do governador Romeu Zema (Novo) em 2018. O nome, no entanto depende ainda de debate interno feito pela legenda, que faz suas indicações a partir da realização de processos seletivos próprios. O possível candidato mais especulado até aqui é o vice-presidente do Sistema FIEMG e presidente do Centro Industrial de Juiz de Fora e do Sindimeias-JF, Tadeu Monteiro de Barros. Ele é empresário e sócio-diretor da Meias Young.
Há especulações envolvendo ainda outros nomes. A delegada da Polícia Civil Ione Barbosa vem sendo apontada nos bastidores da política juiz-forana como possível candidata e já teria conversado com alguns partidos. Um possível destino da delegada poderia ser o PRB, legenda que hoje abriga o deputado federal Lafayette Andrada, que disputou a corrida pela PJF em 2016, mas que não deve retornar à contenda. Outro que busca uma legenda para abrigar um possível projeto de chegar ao Poder Executivo municipal é o pastor Aloizio Penido, ligado à Primeira Igreja Batista Municipal.
Partidos que se fizeram presentes em eleições municipais recentes também devem voltar à disputa no pleito de outubro. Entre eles, o PSOL e o PSTU, que, em 2016, lançaram Maria Ângela e Victória Mello, respectivamente, como candidatas à Prefeitura de Juiz de Fora.

Disputa pode promover troca de partido no atacado na Câmara

A expectativa de um grande número de postulantes à Prefeitura de Juiz de Fora se deve não só ao momento político de ebulição pelo qual passa o país nos últimos anos, mas também pelas novas regras eleitorais, como a que proíbe as coligações entre partidos na disputa por cadeiras na Câmara. Com as legendas disputando espaço no Legislativo de forma isolada, algumas siglas devem apostar no lançamento de projeto próprios à PJF para tentar impulsionar a votação de seus candidatos à Câmara. Somado a isto, a Lei dos Partidos Políticos prevê que os atuais vereadores possam trocar de legendas sem risco de perder seus mandatos durante a chamada janela partidária em abril, no período de 30 dias que antecede o prazo de filiação exigido em lei para concorrer à eleição. Tais conjunturas devem resultar em um intensa troca de partido entre os parlamentares que integram a atual Legislatura na Câmara Municipal.
As especulações são diversas.

Nos bastidores, a possibilidade de que alguns vereadores abram mão de tentar a reeleição para integrar um projeto pela PJF como candidato a vice-prefeito também são aventadas, o que implicaria na indicação de apadrinhados políticos para o Poder Legislativo.

Os nomes como os de Ana Rossignoli (MDB) a Kennedy Ribeiro (MDB) já foram ventilados em tais cenários, o que poderia resultar em possíveis trocas de partido. Outras mudanças já são dadas como certas. Antes no PHS, legenda que não atingiu a cláusula de desempenho nas eleições de 2018 e foi anexada pelo Podemos, Adriano Miranda e Rodrigo Mattos já oficializaram suas saídas da sigla e, no momento, estão “sem partido”. O primeiro estaria conversando com o PRTB e o segundo com o Cidadania – que também pode abrigar Wagner França (PTB). Também eleito pelo PHS, Júlio Obama Jr. segue no Podemos.
O PTC também não atingiu a cláusula de desempenho em 2018, ficando sem acesso a prerrogativas como fundo eleitoral e tempo na propaganda de rádio e TV. O partido tem três vereadores na atual legislatura – José Fiorilo, Luiz Otávio Coelho (Pardal) e Nilton Militão – que devem buscar novas siglas. Do trio, especula-se uma aproximação de Pardal do PSL, legenda que também poderia receber André Mariano, que hoje está no PSC. Já Militão conversaria com o PSD. Há ainda especulações sobre a desidratação da bancada do MDB, com as possíveis saídas de Antônio Aguiar e Marlon Siqueira, que, respectivamente, poderiam seguir para o DEM e para o PP. Outras mudanças também não podem ser descartadas entre os demais vereadores.
Secretários
Entre os integrantes do primeiro escalão do prefeito Antônio Almas, três nomes devem se lançar candidatos nas eleições de outubro. O secretário de Esporte e Lazer, Júlio Gasparette (MDB) e o superintendente do Procon, Eduardo Schröeder (PSDB), devem tentar uma cadeira na Câmara. Gasparette, inclusive, já exerceu quatro mandatos no Legislativo municipal. Já o secretário de Governo, Bebeto Faria (PP) é cotado para disputar a Prefeitura de Santos Dumont, cargo que já exerceu anteriormente.
A expectativa de um grande número de postulantes à PJF se deve às novas regras eleitorais, como a que proíbe as coligações entre partidos na disputa por cadeiras na Câmara. (Fonte: www.tribunademinas.com.br)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

ENGENHEIRO DA EMPRESA ILHA ANUNCIA SOLUÇÕES PARA O BAIRRO ALTO DA BOA VISTA.

Segundo Victor Fidelis Dias, os problemas na pavimentação das ruas foram causados em virtude da qualidade do material utilizado e garantiu solução do problema até final de Janeiro de 2020.



O engenheiro civil Victor Fidelis Dias, representante da Empresa Ilha Empreendimentos e Serviços, responsável pelas obras do Bairro Alto da Boa Vista (Solar), esteve participando da sessão ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, ocorrida na terça-feira (17/12).
Em atendimento ao Requerimento nº 045/2019, de autoria do vereador Elvécio de Souza Barbosa, subscrito por Rogério Campos Machado, o engenheiro foi convidado para explanar sobre os problemas de infraestrutura detectados no Bairro, principalmente na pavimentação das ruas e nos imóveis.
Inicialmente, o convidado reconheceu que as deformações na pavimentação das vias estavam gerando risco ao tráfego no local. Ele informou que foi feita uma vistoria e constatou-se que houve um problema na fabricação do lote de bloquetes utilizados nas ruas do bairro.
Victor Fidelis Dias comentou que o fornecedor foi procurado e vai repor todo o material danificado, enquanto que a empresa Ilha cederá mão de obra para reparar os trechos que estão com problemas.
Questionado sobre a necessidade de manutenção nos imóveis, o engenheiro explicou que os moradores possuem o telefone do ponto de apoio da empresa para encaminhar qualquer reclamação. Segundo ele, semanalmente ou de quinze em quinze dias, uma equipe da empresa vem ao bairro para resolver os problemas, como ocorreu na semana passada, quando foram sanadas três reclamações.  
Victor Fidelis garantiu que esse procedimento vem sendo adotado desde a saída do funcionário que era responsável apenas pelo ponto de apoio. Ele explicou que, assim que uma obra desse porte é entregue, os problemas vão aparecendo de imediato, mas, com o passar do tempo, a população vai se adaptando ao bairro e as reclamações diminuem.
Questionado pelo vereador Elvécio Barbosa sobre um prazo para solução das imperfeições na pavimentação das vias, Victor Fidelis disse que é necessário um tempo para fabricação do novo material e garantiu que, até o final de Janeiro de 2020, o problema será solucionado.
O engenheiro ainda esclareceu que os defeitos na infraestrutura não foram causados pelo tráfego intenso das pessoas no local, mas, sim, em virtude de um erro no lote de fabricação do material. Segundo ele, os novos bloquetes estão sendo adquiridos com garantia de qualidade.
Ao final da explanação, Elvécio de Souza Barbosa disse que ficou satisfeito com as resposta do engenheiro e salientou que o objetivo principal era informar aos moradores do Bairro Alto da Boa Vista um prazo para a solução do problema.
Em seguida, o Sr. Presidente agradeceu a atenção do engenheiro Victor Fidelis Dias em atender ao convite da Câmara para prestar esclarecimentos ao vereadores. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

DIRIGENTES DA LAC VISITAM CÂMARA E EXPÕEM SITUAÇÃO FINANCEIRA DA COOPERATIVA.

Marcelo Vieira e Rogério Barbosa afirmaram que a venda da LAC é a única solução para revitalização da cooperativa que hoje trabalha com 16 funcionários, com uma produção de 7 mil litros de leite por dia e possui um patrimônio avaliado em R$56 milhões.
Com o objetivo de informar sobre a real situação da Cooperativa dos Produtores de Leite de Leopoldina – LAC, membros da diretoria estiveram participando da sessão ordinária da Câmara Municipal, ocorrida no dia 10 de dezembro.
Marcelo Vieira, Diretor-Presidente, e Rogério Barbosa, Diretor-Financeiro, conversaram com os vereadores sobre a realidade da LAC, os problemas financeiros e a necessidade de venda para revitalização da cooperativa.
Inicialmente, Marcelo Vieira informou que está cumprindo seu segundo mandato à frente da Cooperativa. Disse que, quando assumiu pela primeira vez em 2014, a situação era bem semelhante à atual, mesmo assim conseguiu aumentar a quantidade de leite e ainda pagou diversas dívidas. Segundo ele, o planejamento foi prejudicado em virtude da falta de crédito da cooperativa.
O dirigente reconheceu que o ano de 2017 foi muito difícil para o setor lácteo, pois muitas empresas apresentaram prejuízo em seus balanços, enquanto que outras fecharam as portas. Segundo Marcelo, 2017 foi um ano crucial, pois a LAC não conseguiu superar as dificuldades.
Marcelo Vieira comentou que, em 2018, foi novamente eleito pelos cooperados e assumiu um segundo desafio. Porém, em março daquele ano, a situação foi se agravando e não conseguiu cumprir os compromissos assumidos com os produtores, o que provocou a perda de leite e de faturamento, além de inviabilizar o pagamento das dívidas.
Segundo ele, foi neste momento que a diretoria chegou à conclusão que a melhor saída seria colocar à venda a cooperativa, sendo que essa decisão foi comunicada aos cooperados, os quais, em assembleia, autorizaram a venda de forma unânime.  
O presidente da Cooperativa informou que desde então está à espera de um possível investidor/comprador que apresente uma proposta formal para ser levada para avaliação dos cooperados. Ele explicou que já recebeu visitas de pessoas interessadas, mas que não apresentaram nenhum projeto e nem garantias para assumir a cooperativa e pagar suas dívidas.
Marcelo Vieira explicou que, em agosto deste ano, foi convocada uma assembleia, pois um possível investidor havia demonstrado interesse em adquirir a LAC, mas as negociações recuaram em virtude da execução do BDMG, pois, com a realização de um possível leilão, o comprador poderia adquirir a cooperativa por um preço mais baixo. Segundo ele, a LAC deve ao BDMG aproximadamente R$10 milhões.
O dirigente comentou que, ao assumir a cooperativa, não havia nenhum ativo disponível, todos estavam alienados em empréstimos. Ele anunciou que todos os compromissos foram honrados até julho de 2017 e que conseguiu liberar alguns ativos no BDMG, mas também havia uma dívida no Banco do Brasil, cuja garantia era em produtos acabados, o que praticamente não existia em 2014.
Ele comentou que, como forma de preservar o patrimônio da LAC, os cooperados decidiram em assembleia que deveria recorrer da execução do BDMG e não permitir a realização do leilão. Ele enfatizou que a decisão foi dos cooperados, verdadeiros donos da cooperativa, que não poderiam concordar com que um patrimônio avaliado em R$56 milhões fosse a leilão por R$13 milhões.
Marcelo ressaltou por diversas vezes que não existe esta versão de que ele e o Rogério não querem vender a LAC, esclarecendo que a venda ainda não ocorreu porque não recebeu nenhuma proposta formal das empresas que estiveram visitando a cooperativa.
O dirigente anunciou que atualmente está sendo desenhada uma possível venda da LAC e que está aguardando o desfecho dessa negociação. Ele informou que foi marcada uma assembleia para o dia 6 de janeiro, na qual espera poder apresentar uma proposta concreta para os cooperados.
Marcelo Vieira frisou que, desde março de 2019, não há nenhuma pendência, todas as responsabilidades foram pagas. Além de expor situações de prejuízo em sua vida particular, o dirigente confirmou que ele e o Rogério recebem mensalmente R$4.500,00 e que ainda não receberam o mês de dezembro.
Rogério Barbosa também conversou com os parlamentares e acrescentou alguns dados sobre a cooperativa e o processo de venda. Segundo ele, em 2018 e 2019 foram demitidos cerca de 200 funcionários e que somente agora eles receberam suas verbas indenizatórias graças a recursos de restituição do PIS e Confins. O dirigente confirmou que atualmente a cooperativa possui 16 funcionários, 1170 cooperados, sendo 70 ativos, e trabalha com cerca de 7 mil litros de leite por dia.
Após responder aos questionamentos dos vereadores, Marcelo Vieira disse que considerava importante participar de uma reunião da Câmara, pois a LAC, embora seja de iniciativa privada, é uma referência regional, com 76 anos de atuação do ramo e que lamentavelmente hoje se encontra numa situação de inviabilidade econômica. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).





REPRESENTAÇÃO RELATA PROBLEMAS COM OS NOVOS CEPs E PEDE PROVIDÊNCIAS.



Atraso no recebimento de cartas e boletos, dificuldades para fazer compras pela internet e alteração na localização de algumas ruas foram problemas relatados pelo vereador Waldair Costa na Representação que solicitou providências à Empresa dos Correios.

A mudança no Código de Endereçamento Postal (CEP) de Leopoldina tem causado problemas entre os moradores. Desde o dia 4 de novembro, o município deixou de ter o CEP único 36700-000 e adotou numerações individuais por logradouros. Na oportunidade, a empresa dos Correios informou que a mudança facilitaria a entrega de cartas e encomendas.
Esse assunto foi alvo de discussão durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, ocorrida no dia 02 de dezembro. Naquela oportunidade, foi apreciada uma Representação solicitando que a Câmara Municipal encaminhasse ofícios aos representantes da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos relatando os problemas registrados na cidade em virtude da adoção do CEP específico.
De autoria de Waldair Barbosa Costa, a Representação nº 35/2019 solicitou que fosse encaminhada uma correspondência oficial do Legislativo ao atual presidente dos Correios, General Floriano Peixoto Vieira Neto, ao Superintende Estadual de Operações, Luís Enéas da Silva, e ao gerente da agência local, Vinícius Silva Simões, ponderando a necessidade de uma averiguação, em caráter de urgência, a cerca dos transtornos que os novos números de CEP estão causando aos moradores.
Segundo o vereador, uma das principais queixas é que algumas pessoas estão deixando de receber suas correspondências, inclusive boletos para pagamentos.
Waldair Costa também observou que, estranhamente, na relação divulgada contendo os novos números dos CEPs de diversas ruas, alguns nomes de bairros foram modificados. Segundo ele, as ruas do Bairro Seminário constam como pertencentes ao Bairro Artur Leão; as ruas do Bairro Alto da Ventania foram identificadas como do Bairro Mina de Ouro; a Rua João Paulo I que constava como centro, agora está localizada no Bairro Fábrica e a Rua Álvaro Bastos Freire, que anteriormente constava como centro, passou a constar na relação divulgada como Bairro Fábrica.
O parlamentar destacou ainda que a maioria dos sites de compra e serviços na internet ainda não atualizou os dados, o que vem atrapalhando a concretização das compras online, pois o problema somente aparece no momento de preenchimento dos CEPs.
Por fim, o vereador solicitou que, após a averiguação e a correção dos problemas, que a Empresa dos Correios informe à Câmara sobre as medidas adotadas, bem como as respostas aos demais questionamentos que constam da Representação.
Em seguida, a matéria foi aprovada por unanimidade e recebeu assinaturas de apoio de Rogério Campos Machado, Hélio Batista Braga de Castro, José Ferraz Rodrigues, José Augusto Cabral e Ivan Nogueira.  (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

Posse do novo Bispo de Leopoldina será transmitida pela Rede Aparecida de Televisão. Presidente da CNBB, Dom Walmor e Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil presidirão o Ritual de Posse.



A posse do novo Bispo de Leopoldina, Dom Edson Oriolo dos Santos acontecerá na Catedral da vizinha cidade no dia 25 de janeiro de 2020. O Bispo foi nomeado pelo Papa Francisco para assumir a Diocese de Leopoldina que engloba diversas cidades da região inclusive Além Paraíba.

Transmissão pela Rede Aparecida de Televisão.

A Rede Aparecida de Televisão transmitirá ao vivo toda a Cerimônia, direto da Catedral de Leopoldina. O Presidente da CNBB, Dom Walmor e o Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil, presidirão a Cerimônia. Na verdade a posse de um Bispo ocorre naturalmente a partir do momento em que a Bula Apostólica é assinada pelo Papa e publicada. No Brasil existe a tradição da solene posse que consiste no recebimento do novo Bispo na porta da Catedral momento em que a ele é entregue o báculo (cajado); Em seguida o Bispo entra pela Catedral, tem um momento de oração na Capela do Santíssimo Sacramento e em seguida já paramentado, toma posse de sua cadeira (Cátedra) Episcopal. Todo o ritual acontecerá na Catedral de Leopoldina mas a Missa solene será celebrada numa quadra escolar próxima do templo.

Muitos Padres e Bispos são esperados.

Uma grande quantidade de Padres já reservaram hotéis em Leopoldina pois comparecerão à posse. Também são esperados vários Bispos. Dom Edson Oriolo dos Santos é um homem de enorme carisma, acessível, gentil e um dos importantes pensadores da Igreja Católica da atualidade tendo inclusive recentemente lançado mais um livro. A presença do Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom Walmor, demonstra a importância de Dom Edson para o Episcopado brasileiro. Conversando hoje com o Diretor do Jornal A Gazeta, Jornalista Dauro Machado, Dom Edson disse que fica em Belo Horizonte onde é Bispo Auxiliar até o dia 30 de dezembro. O Bispo aproveitou para desejar a todo o povo Católico votos de um feliz e santo Natal e um ano novo cheio de graças e realizações. 

Clero da Diocese com esperanças em seu preparado Pastor.

Os Padres da Diocese de Leopoldina estão com muitas esperanças no Episcopado de Dom Edson Oriolo. Todos aqueles que foram ouvidos pela reportagem de A Gazeta na época da nomeação afirmaram que o novo Bispo é um preparado Pastor. A Diocese de Leopoldina já teve grande Bispos que fizeram história como Dom Ricardo, Dom Célio e Dom Dario; Estes certamente nunca serão esquecidos. (Fonte: BLOG do Jornal A GAZETA, de Além Paraíba- Dauro Machado).


terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Câmara Municipal aprova por unanimidade, o Título de Cidadão Honorário Leopoldinense para o empresário e professor Pedro Leitão.


A Câmara Municipal de Leopoldina, aprovou por unanimidade, na reunião ordinária do dia 16 de dezembro de 2019, o Projeto de Resolução nº 19/2019, que “Concede o Título de Cidadão Honorário Leopoldinense ao Professor e Empresário Pedro Cláudio Coutinho Leitão”, de autoria do vereador Valdilúcio Malaquias, do PV – Partido Verde.  Diz o Artigo 1º do Projeto de resolução: “Fica concedido ao Professor e Empresário Pedro Cláudio Coutinho Leitão, o Título de Cidadão honorário Leopoldinense, em virtude dos relevantes serviços prestados ao Município de Leopoldina.”


                      Pedro Leitão em reunião de campanha, com Leopoldinenses. 
                                            (Foto: Jornal O VIGILANTE)

Saiba mais sobre Pedro Leitão.

Pedro Leitão, Doutor em Ciências da Informação, com ênfase em gestão do Conhecimento, pela Universidade Federal de Minas Gerais –UFMG, Mestre em Administração e Marketing, graduado em Comunicação Social, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e em Administração, pelo Centro Universitário Newton Paiva.

Possui vasta experiência em gestão pública, tendo atuado como Secretário de estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (2017/2018) e por duas vezes como Secretário Municipal de Caratinga, sua cidade natal.
De 2009 a 2011, Pedro Leitão foi Secretário Municipal de Educação de Caratinga, cargo no qual fez o município receber um prêmio do Ministério da Educação, por conquistar o maior Índice de Desenvolvimento de Educação Básica (IDEB) de toda a região.

Herdou de seu pai, Professor Cláudio Leitão, o gosto pela educação e a confiança de que, por meio dela, é possível transformar a vida das pessoas. Atualmente, Pedro Leitão é Presidente Executivo da Rede Doctum de Ensino, que mantém 16 unidades de formação em níveis Superior, Médio, Fundamental e Educação Infantil, nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo e encontra-se em plena expansão, tendo recebido recentemente nota máxima pelo MEC.

No ano de 2018, Pedro Leitão estreou na política, sendo candidato a deputado federal pelo PV – Partido Verde, sendo que apesar da excelente votação, não conseguiu ser eleito. Na ocasião, ele obteve em Leopoldina 2.087 votos, sendo o terceiro candidato a deputado federal mais votado na cidade, totalizando um total de 42.488 votos em todo o Estado de Minas Gerais.

Em diversas manifestações públicas e entrevistas, Pedro leitão já afirmou que tem um carinho muito especial por Leopoldina, pois foi a primeira cidade que foi implantada uma unidade da Faculdade Doctum, dizendo que foi muito bem recebido pela população desta cidade acolhedora.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Morre aos 85 anos, a conhecida professora Heloísa Pretinha.

Apaixonada por cachorros, sempre era vista nas ruas e praças rodeadas pelos mesmos, aos quais tratavam com muito amor e carinho.


Faleceu na terça-feira, dia 10 de dezembro de 2019, por volta das 9:00 horas, na Casa de Caridade Leopoldinense, a professora Heloísa de Oliveira Nogueira, carinhosamente conhecida como “Heloísa Pretinha”, aos 85 anos de idade, completados no dia 8 de fevereiro deste ano. Segundo informações oficiais obtidas pelo Jornal O PROGRESSO, Heloísa Pretinha foi hospitalizada na Casa de Caridade Leopoldinense, há cerca de 20 dias, sentindo fortes dores nas costas. Após a realização de exames, com bons resultados, ela obteve alta, após dois dias. Na sexta-feira, dia 06 de dezembro, de volta com as fortes dores nas costas, Heloísa Pretinha foi novamente hospitalizada e estava sendo submetida a novos exames, sendo que na terça-feira, dia 10 de dezembro, estando lúcida, por volta das 8:20 horas, foi acometida de duas paradas cardíacas, vindo a falecer por volta das 8:40 horas. Estava internada em quarto normal, e não chegou a ser transferida para o CTI- Centro de Tratamento intensivo. Durante a sua vida, lecionou por muitos anos na Escola Estadual Professor Botelho Reis, ensinando geografia, no Colégio Imaculada Conceição e no antigo CNEC. Apaixonada por cachorros, era comum vê-la nas ruas e praças, rodeadas dos seus amigos, os quais ela tanto gostava e tratava com muito carinho e amor. Nos últimos tempos, era vista quase todos os dias a noite, no Digão Lanches, da Praça do Ginásio, onde ia para tomar sua cervejinha e bater papo. O apelido, Heloísa Pretinha, que carrega desde a sua infância, foi dado à mesma, devido a uma pinta de nascença, em uma de suas pernas. Ela foi sepultada no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, de Leopoldina, às 17:00 horas, do dia 10 de dezembro de 2019. Descanse em paz, Heloísa Pretinha.

Médico é denunciado pelo MPMG por esquema de cobrança de cesarianas a pacientes do SUS em hospital de Ubá.

De acordo com a investigação, 128 vítimas já foram identificadas. O G1 entrou em contato com o Hospital Santa Isabel.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ofereceu três denúncias à Justiça nesta terça-feira (10) contra um médico que atua no Hospital Santa Isabel em Ubá. Segundo as denúncias, ele é acusado de corrupção passiva e concussão, que é pedir vantagem indevida em razão da função que ocupa.O G1 solicitou o nome do médico MPMG, mas até a última atualização desta reportagem, a identidade dele não foi informada.

Nos três processos que constam no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), apenas as iniciais do profissional estão mencionadas. Também no TJMG, não há registros de advogados de defesa do médico. Segundo o Ministério Público, embora a realização de cesarianas seja gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o médico é acusado de realizar cobranças ilícitas para realização do procedimento em gestantes usuárias da rede pública. De acordo com o processo ele é acusado de montar um esquema criminoso que garantia, a quem pagasse, acesso privilegiado aos serviços médicos de urgência e emergência no hospital.Esses usuários e outros, conveniados a planos de saúde, não eram submetidos a qualquer classificação de risco clínico ou tempo de espera, diferentemente dos pacientes dos SUS, que só eram atendidos após grande tempo de espera.De acordo com uma das denúncias, o médico ficava de plantão quase todos os dias e noites no hospital, administrando o esquema ilegal de cobrança dos pacientes do SUS. Até o momento, foram identificadas 128 vítimas das cobranças ilícitas do médico.A reportagem também entrou em contato com o Hospital Santa Isabel, que é uma entidade filantrópica conveniada ao SUS.
Ao G1, a administração da instituição informou que desconhecia as denúncias e que o escritório de advocacia que representa a unidade entraria em contato para se pronunciar sobre o caso. Entretanto, o local informou que não vai se pronunciar sobre o assunto, pois o hospital não tem envolvimento no caso. (Fonte: Site G1 Zona da Mata)

LEGISLATIVO CONVIDA COPASA PARA ESCLARECER CONSTANTES FALTAS D’ÁGUA EM LEOPOLDINA.

Representantes da concessionária foram convidados para discutir as falhas de abastecimento de água em Leopoldina e informar as ações de melhoria que estão sendo planejadas pela empresa.

As constantes faltas de água em alguns bairros de Leopoldina nos finais de semana foi o principal motivo para aprovação de um requerimento, convidando o atual gerente distrital da Companhia de Saneamento de Minas Gerais para comparecer a uma reunião da Câmara Municipal a fim de prestar esclarecimentos.
A iniciativa foi do vereador Rogério Campos Machado que discorreu sobre diversas reclamações feitas pela população através do Facebook, principalmente em relação a abastecimento de água em alguns bairros, entre eles, Tomé Nogueira, Cidade Alta e Solar.
O parlamentar acredita que o encontro com o gerente Alexandre José Greco será importante também para que a concessionária discorra sobre sua atuação no município, listando obras que estão sendo realizadas em benefício da população.
Durante a discussão da matéria, Rogério Campos Machado comentou que a Copasa precisa estar mais atenta aos serviços prestados pelas terceirizadas, procurando ser mais eficiente no atendimento às necessidades da população.
Após as discussões regimentais, o Requerimento nº 040/2019 foi aprovado por unanimidade durante a sessão ordinária realizada no dia 11 de novembro e recebeu assinaturas de apoio de Ivan Nogueira, José Ferraz Rodrigues e Elvécio de Souza Barbosa. A data da reunião ainda será confirmada pela Presidência. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

VEREADORES COBRAM AÇÕES DO EXECUTIVO NO DISTRITO DE RIBEIRO JUNQUEIRA.

Proposição aprovada pela Câmara reiterou pedidos apresentados em 2017 em favor de Ribeiro Junqueira e que ainda não foram atendidos pelo Poder Executivo.

Durante recente sessão ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, um tema chamou a atenção dos vereadores: ações governamentais voltadas para os moradores dos distritos. Essa discussão surgiu em virtude da apresentação de uma indicação solicitando algumas ações da Prefeitura Municipal de Leopoldina em benefício dos moradores de Ribeiro Junqueira.
De autoria do vereador Antônio Carlos Martins Pimentel, a Indicação nº 344/2019 apresentou alguns pedidos que representam demandas importantes dos moradores. Entre as proposições, destacam-se: calçamento e iluminação da Rua Projetada, localizada atrás do campo de futebol; calçamento das ruas que beiram a linha férrea; perfuração de mais um poço artesiano; reforma da praça principal; substituição de todas as pontes de madeira por cimento armado; complementação do calçamento da Rua das Flores.
Ao justificar sua iniciativa, o parlamentar explicou que estava reiterando esses pedidos que foram inicialmente apresentados em 2017, mas que permanecem sem serem atendidos, embora representem melhoria na qualidade de vida da população de Ribeiro Junqueira.
Ao término da discussão dos vereadores, a matéria foi aprovada por unanimidade e recebeu assinatura de apoio de José Augusto Cabral, Elvécio de Souza Barbosa, Pastor Darci José Portella, José Ferraz Rodrigues e Rogério Campos Machado. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

SECRETÁRIO ESCLARECE LENTIDÃO NO DESMONTE DE ROCHA NA RUA OMAR RESENDE PERES.

José Márcio afirmou que os serviços foram reiniciados, mas que não há como fazer uma previsão de término. Segundo ele, a via pública permanecerá interditada para garantir a segurança das pessoas.

José Márcio Gonçalves Lima, Secretário Municipal de Obras, esteve participando da sessão ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, ocorrida nesta segunda-feira (09/12), em conformidade com o requerimento de autoria do vereador Pastor Darci José Portella, com o objetivo de explanar sobre a execução da demolição de uma rocha, localizada na Rua Omar Resende Peres.
Os vereadores questionaram o engenheiro sobre a lentidão na execução dos serviços e a dilatação do prazo para conclusão da obra.
Inicialmente, José Márcio comentou que a rachadura naquela pedra era muito antiga e que a Prefeitura foi obrigada a tomar providências em virtude de uma denúncia encaminhada ao Ministério Público que gerou a instauração de um inquérito. Segundo o secretário, o Ministério Público estipulou um prazo para que o município apresentasse um laudo técnico assegurando que a rocha não representava risco à integridade física do cidadão ou que providenciasse o desmonte e a fragmentação da pedra.
O Secretário explicou que, sem conseguir um laudo técnico sobre a segurança da pedra, o município realizou três licitações que foram desertas e somente no quarto certame foi contratada a empresa Presanger Locação de Equipamentos Ltda que apresentou um cronograma de 60 dias para conclusão da obra.
José Marcio comentou que a empresa solicitou dois termos aditivos de prazo, relacionando o atraso na execução das obras à existência de problemas mecânicos com equipamentos destinados à perfuração do maciço rochoso. Ele informou que, no segundo termo aditivo, a empresa alegou que, em virtude da necessidade de procedimentos de segurança da população, optou por técnicas mais lentas de execução dos serviços durante a remoção do maciço, com parcelas menores de rocha e, dessa forma, tem-se levado mais tempo do que o esperado.
O engenheiro afirmou que os serviços estavam paralisados, mas que foram reiniciados na data de hoje. Segundo ele, a fragmentação de três rochas está praticamente concluída, faltando apenas a remoção dos fragmentos. O secretário explicou que, em virtude do tempo chuvoso, o veículo utilizado pela empresa não consegue atingir o local onde estão os fragmentos da rocha, sendo necessário aguardar que o tempo melhore.
José Márcio reconheceu os transtornos causados à população em virtude da interdição da rua, mas explicou que tal medida é para garantir a segurança dos transeuntes. Ele se colocou à disposição para acompanhar os vereadores numa visita ao local.
Os parlamentares destacaram a preocupação da população com os riscos a que está sujeita ao utilizar a BR 116, além de acidentes e assaltos que já ocorreram na rua Omar Resende Peres que está interditada. Eles sugeriram que a Prefeitura ou a Secretaria de Obras faça uma nota oficial direcionada aos moradores do bairro a fim de tranquilizá-los sobre a execução da obra, pois muitos estão preocupados com a possibilidade de os serviços serem concluídos somente no início do próximo ano, em virtude do período de Natal e passagem de ano.
José Márcio explicou que a rua precisa permanecer interditada para eliminar qualquer risco para a população. Ele acredita que os serviços serão acelerados, mas afirmou que não há como fazer uma previsão de término. O secretário esclareceu que o terreno onde está a rocha é de propriedade particular e acrescentou que, até o momento, não foi ventilada qualquer possibilidade de fazer aditivo de preço.
Ao final, o Secretário de Obras agradeceu a oportunidade de participar de uma reunião do Legislativo, reconhecendo que a função do vereador é zelar pelo bem comum da população. Ele afirmou que não é interesse do município dificultar a vida de ninguém e aproveitou para solicitar a compreensão de todos, reafirmando o compromisso de um maior empenho no sentido de resolver essa situação no menor prazo possível. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

EMPRESÁRIO DEBATE TRANSPORTE PÚBLICO COM VEREADORES.

Waldir Teixeira afirmou que está aguardando uma renovação contratual com o Executivo para colocar em prática alguns projetos. Ele considerou alto o número de 3000 gratuidades em Leopoldina.

A Câmara de Vereadores teve como convidado na sessão plenária, ocorrida no dia 19 de novembro, o diretor-proprietário da Viação Leopoldinense, concessionária dos serviços de transporte coletivo urbano. Waldir Antônio Teixeira participou da reunião atendendo a um convite do Legislativo Leopoldinense, através da iniciativa do vereador Rogério Campos Machado, autor do Requerimento nº 39/2019. O objetivo foi discutir e esclarecer algumas situações referentes ao transporte público e que são do interesse dos usuários.
Questionado sobre possibilidade de melhoria nos ônibus da empresa, o convidado confirmou que existem projetos de renovação da frota, com a adoção da bilhetagem eletrônica e monitoramento dos veículos. Ele informou que esses projetos estão dependendo da renovação contratual com a Prefeitura de Leopoldina.
O empresário falou também sobre a manutenção dos veículos, explicando que os carros sofrem periodicamente manutenções preventivas e corretivas que são feitas por profissionais da própria empresa e através de terceirização. Waldir Teixeira aproveitou para comentar sobre um acidente envolvendo um ônibus da empresa, no qual, segundo ele, houve falha humana, pois a velocidade não era compatível para o local, o que foi comprovado através das marcas de frenagem na pista e com a vistoria feita no ônibus que nada apontou de irregular.  
Waldir Teixeira discorreu sobre as condições da frota, informando que, segundo o contrato, é obrigatória a renovação e os veículos com mais de dez anos de uso serão substituídos por outros ônibus mais novos e com mais conforto. Ele adiantou que a instalação de wi-fi ainda não será possível em virtude do alto valor e congestionamento de uso. Já a instalação de ar condicionado, o empresário considerou uma solicitação importante em virtude das condições climáticas de Leopoldina, mas salientou que esse investimento oneraria a passagem.
O empresário também informou que está cumprindo a legislação com a colocação dos itinerários nos ônibus e que sempre disponibiliza um telefone para ouvidoria a fim de ouvir as reclamações, críticas, sugestões e elogios dos usuários. Ele afirmou que não tem interesse em cobrar tarifas altas, mas ressaltou que a gratuidade no Município é enorme, cerca de 3000 gratuidades, o que atrapalha a empresa, bem como os serviços não fiscalizados que se tornam uma concorrência desleal.
Sobre interesse em explorar os serviços de transporte nos distritos, Waldir Teixeira disse que precisa analisar os editais e as condições para confirmar ou não um possível interesse. Ele afirmou que há o interesse da empresa em colocar um micro-ônibus para atender a região próxima à Casa de Caridade Leopoldinense e que está buscando informações sobre a melhor maneira para atender a essa demanda.
Questionado sobre o motorista estar acumulando a função de trocador, Waldir Teixeira explicou que os motoristas não conseguem exercer dupla função, apenas em alguns horários especiais utilizados por estudantes. Segundo ele, não é possível dar conta dessa dupla função e acrescentou que a bilhetagem eletrônica não causará prejuízo aos trocadores.
Ao final, o empresário agradeceu a oportunidade de participar da reunião e ressaltou que o objetivo é melhorar cada vez mais o serviço que é prestado. Ele reconheceu, no entanto, que é necessária a ajuda do Poder Público, principalmente na questão de gratuidade. Em nome dos vereadores, Waldair Barbosa Costa agradeceu a presença, salientando a importância da participação do empresário na reunião. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

JORNALISTA, EMPRESÁRIO E COMANDANTE DA PM SÃO HOMENAGEADOS PELA CÂMARA.

Júlio César, Jamil Almeida e Tenente Gilmar Seoldo tiveram suas trajetórias de vida reconhecidas pelo Legislativo Municipal.
A Câmara Municipal de Leopoldina promoveu mais uma noite de homenagens para a entrega de Título de Cidadania Honorário e Medalhas do Mérito Leopoldinense. A sessão solene ocorreu no dia 28 de novembro (quinta-feira) e foi presidida pelo vereador Waldair Barbosa Costa, acompanhado pelos parlamentares José Augusto Cabral e José Ferraz Rodrigues.
Inicialmente foi entregue a Medalha do Mérito Leopoldinense ao jornalista Júlio César Martins Gonçalves, em conformidade com o Projeto de Resolução nº 08/2017, de autoria de Rosalvo Domiciano Flauzino, falecido em 2017. Natural de Leopoldina, o homenageado atua na área de comunicação desde 1980, já trabalhou em diversas emissoras de rádio e de televisão da região, além do Sistema Globo de Rádio. Em 1983, fundou o atual jornal O Vigilante Online. A honraria foi entregue pelo presidente do Legislativo, Waldair Barbosa Costa.
A segunda honraria foi entregue ao Tenente Gilmar Guilherme Ferreira Seoldo. Natural de Leopoldina, o homenageado exerce atualmente a função de Comandante da 37ª Companhia de Polícia Militar, sediada em Leopoldina. Tenente Seoldo ingressou na PMMG como Soldado Aluno em 1994 e, no ano seguinte, formou-se soldado. Graduado em Tecnologia de Gestão de Segurança Pública, atuou em Muriaé, Argirita, Belo Horizonte, São Geraldo e Juiz de Fora. Coube ao vereador José Augusto Cabral, autor do Projeto de Resolução nº 18/2019, entregar a Medalha ao homenageado.
Em seguida, foi procedida à entrega do Título de Cidadão Honorário Leopoldinense ao empresário Jamil Samia Almeida. Natural de Vista Alegre, o homenageado iniciou suas atividades profissionais em 1963 consertando rádio e televisão. Em 1987, montou a Loja Jamil que continua até os dias atuais. Jamil Samia Almeida é casado com Maria do Carmo Gomes Almeida, tem três filhos e sete netos. A honraria foi entregue pelo vereador Waldair Barbosa Costa, autor do Projeto de Resolução nº 16/2019.
Após os pronunciamentos dos homenageados, alguns oradores que compuseram a mesa principal fizeram breves considerações sobre os agraciados e a solenidade foi considerada encerrada pelo Presidente da sessão. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

CATAGUASES: Hospital comunica oficialmente ao município devolução do Pronto-Socorro.

Em Leopoldina, até a presente data, a Casa de Caridade Leopoldinense e a Prefeitura Municipal, não divulgaram se a renovação do convênio para a manutenção do Pronto Socorro Municipal de Leopoldina, foi efetivada. Pronto Socorro de Leopoldina, continua funcionando normalmente.


Em Cataguases, com esta medida, caso seja concretizada, também deixará a Rede de Urgência e Emergência.

O Hospital de Cataguases comunicou oficialmente o município, no último dia 02 de dezembro, a devolução do Pronto-Socorro. Com isso, aquela Santa Casa também deixará de pertencer a Rede de Urgência e Emergência. Para a população, garante Máximo Barbosa da Silva, administrador daquele hospital, “nada vai mudar com relação ao atendimento, porque o hospital vai continuar de portas abertas e em funcionamento”, assegurou. Ele explicou que o “Pronto-Socorro é um serviço municipal e o município paga ao hospital para prestar este serviço”, que agora não vai mais realizá-lo. Se nenhum fato novo acontecer, dia 29 de maio de 2020 o Pronto-Socorro voltará a ser administrado pela Prefeitura de Cataguases, completou Máximo. Também foram comunicados a Gerência Regional de Saúde (Leopoldina) e ao Ministério Público.
Ele justificou a decisão revelando que “atualmente, não estamos tendo condições de cumprir as exigências legais que determinam manter médicos plantonistas no Pronto-Socorro. Por conta disso o hospital é penalizado com corte de verbas e, ainda, seus responsáveis correm o risco de serem punidos civil e criminalmente na justiça”, explicou. Conforme revelou, as especialidades com maior dificuldade para contratar médicos são cirurgia, pediatria e obstetrícia. “Já tentamos buscar em outras cidades estes profissionais, mesmo pagando em dia o valor praticado pelo mercado”, acrescentou.
Esta situação, conforme revelou Máximo (foto abaixo), foi que levou à Mesa Diretora do Hospital a decidir entregar ao município o serviço de Pronto-Socorro. Com relação ao usuário ele afirma que nada vai mudar. “Este serviço pode continuar sendo prestado, inclusive onde hoje está (nas dependências do próprio hospital)”, disse. E continuou: “Na prática, o que muda é apenas quem administra o Pronto-Socorro, que hoje é o Hospital e a partir de 30 de maio, caso a situação atual seja mantida, será a prefeitura de Cataguases. O Hospital vai continuar atendendo pelo SUS, fazendo internações, exames e demais procedimentos, como é hoje em dia”, explica.
A outra mudança que vai ocorrer, conforme revela aquele Administrador, é a saída de Rede de Urgência e Emergência. Isto significa que em caso de acidente, por exemplo, a equipe do SAMU vai levar o paciente para a unidade que tiver contrato de atendimento com esta Rede. “Pode ser o Pronto-Socorro do município, a UPA, enfim, a responsabilidade não vai ser nossa mais”, concluiu. Entretanto, ele deixa aberta a porta para continuar as negociações visando um acordo que possa manter o serviço funcionando como está atualmente. “Estamos abertos a qualquer tipo de negociação ou manifestação do Município, da Regional de Saúde, estamos prontos a receber e estudar a fim de encontrar o melhor serviço para o município”, finalizou Máximo. (Fonte: Site do Marcelo Lopes).