terça-feira, 23 de março de 2021

EX-DIRETORA TÉCNICA DO HOSPITAL PARTICIPA DE REUNIÃO COM OS VEREADORES

Dra. Hellen Bedim Bonin foi convidada pela Comissão de Saúde para prestar esclarecimentos sobre supostos desvios de recursos e demissão de profissionais do Hospital.
EX-DIRETORA TÉCNICA DO HOSPITAL PARTICIPA DE REUNIÃO COM OS VEREADORES

Atendendo a um convite formulado pela Comissão de Saúde, a médica Dra. Hellen Bedim Bonin esteve participando da sessão ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, realizada no dia 16 de março de 2021. O objetivo do convite foi esclarecer algumas notícias divulgadas na cidade em relação à Casa de Caridade Leopoldinense, referentes a supostos desvios de recursos e demissão de profissionais.

Inicialmente, a médica informou que, depois de exercer a função de diretora técnica do Hospital por nove anos, atualmente não faz mais parte da diretoria, mas que continua trabalhando na instituição como responsável pelo Banco de Sangue e como anestesista. Questionada sobre algumas notícias que surgiram envolvendo a Casa de Caridade Leopoldinense, Dra. Ellen confirmou que houve vários boatos e que esperou que o Hospital se posicionasse a respeito. Segundo ela, foi feita apenas uma nota pequena e fria e depois os diretores se mantiveram no silêncio.

A convidada aproveitou para fazer um relato sobre os nove anos em que esteve atuando como diretora técnica do Hospital. Disse que, quando chegou a Leopoldina, a Casa de Caridade enfrentava um momento dificílimo, tanto financeiro quanto físico, com uma estrutura deplorável. Ela comentou que, junto com uma equipe muito grande, foi feito um trabalho árduo para restabelecer o nome e a imagem do Hospital e reconquistar a credibilidade das pessoas, contando com a participação de médicos, administradores, enfermeiros, enfim toda equipe.

Dra. Hellen lembrou a criação do projeto Amigos da Casa de Caridade que arrecadou recursos para reformar boa parte da estrutura física do hospital, além das inúmeras festas que foram promovidas, cujos recursos foram direcionados para a melhoria física, com reformas do CTI, centro cirúrgico e hemodiálise. Segundo ela, essas ações acabaram incomodando algumas pessoas e foram criados problemas de ego, com tentativas de interferências na área técnica, as quais não foram aceitas por ela.

A médica comentou que, ao ser consultada pelo então prefeito José Roberto sobre a possibilidade de o município entrar na onda amarela ou vermelha, apresentou um posicionamento de que o comércio não era o grande vilão e que poderia adotar um protocolo semelhante ao que está em vigor atualmente, ou seja, não  fechar completamente. Ela informou que sua opinião causou uma forte reação no advogado do Hospital que chegou a chamá-la de irresponsável, pois não poderia falar em nome do Hospital, que sabia que ela era empresária e que tinha interesses escusos neste posicionamento.

Dra. Hellen explicou que respondeu à altura as acusações e reconheceu que a partir daí travou-se uma briga e, ao mesmo tempo, foi plantada uma denúncia do Hospital, que se referia ao mau uso do dinheiro público e a um suposto benefício aos plantonistas Dr. Tarcisio, Dr. Luís Cabral e Dr. José Luís. Segundo ela, a denúncia foi encaminhada à Vigilância Sanitária que apura a parte técnica e ao Ministério Público que verificará o emprego do dinheiro público.

A médica fez questão de salientar que qualquer pessoa que conhece um pouco do funcionamento de uma empresa sabe que é impossível desviar o montante de R$1 milhão de reais, conforme foi divulgado, pois seria necessário o envolvimento de muitas pessoas. Ela frisou que nunca assinou nenhuma ordem de serviço e considerou que a denúncia foi feita por pessoas de má fé.

Dra. Hellen saiu em defesa dos médicos Dr. Tarcisio e Dr. Luís Cabral que largaram suas famílias e se dedicaram completamente ao hospital, sendo merecedores de homenagens da Casa de Caridade Leopoldinense. Segundo ela, quando a crise começou em março, não existia vacina, ninguém sabia qual o procedimento era o mais correto, médicos estavam morrendo por causa da doença e não havia profissionais para fazer os plantões, pois todos eram do grupo de risco. Ela afirmou que hoje é muito fácil falar que há médicos para dar plantão, mas no início da pandemia o quadro era diferente. A médica explicou que seu marido, Dr. José Luís, trabalhou em plantão por três meses apenas para ajudar o hospital, porque ele não tinha interesse e somente aceitou enquanto não havia substituto para cumprir a escala.

A convidada lembrou que foram meses dolorosos e que o primeiro caso positivo de Covid-19 chegou ao seu conhecimento a 1 hora da manhã e sua reação foi ligar imediatamente para a Secretária de Saúde. Disse que teve crise de ansiedade e que seus filhos viveram uma experiência que não mereciam em virtude da sua dedicação total ao Hospital.

A médica reconheceu que todo o esforço deu resultado, pois hoje Leopoldina tem um hospital com o maior número de leitos da região, mas frisou que isso não veio de graça. Segundo ela, a maioria das pessoas que hoje estão trabalhando, inclusive na Administração, não estiveram na linha de frente do hospital, estavam em suas casas porque eram do grupo de risco. E citou que o Wolney, ela, a enfermagem, a fisioterapia, todos estavam lá e ressaltou que foi um trabalho árduo e que eles merecem todos os aplausos.

Dra. Hellen reconheceu que, pelo seu jeito de ser, incomoda algumas pessoas e tem inimizades no local de trabalho, mas foi enfática ao afirmar que alguém do próprio Hospital plantou a denúncia que já foi respondida por ela e encaminhada à Vigilância Sanitária, apesar do posicionamento do advogado da Casa

 de Caridade de que a defesa teria de ser feita pela Mesa Diretora. Ela informou que se criou um verdadeiro circo com pessoas vibrando e tentando destruir a imagens de profissionais sérios.

A médica afirmou que ela e os médicos não têm nada a temer e considerou um absurdo toda a fofoca que foi criada envolvendo os profissionais. Quanto à denúncia de mau uso do dinheiro público, afirmou que nunca participou de licitação e nem de compra de qualquer material. Também salientou que divulgaram que houve irregularidades, mas ainda não esclareceram o que ocorreu de errado. Segundo ela, se teve algum erro, o Hospital deveria revisar a prestação de contas e não permitir que essas notícias sem comprovação fossem divulgadas pela cidade.

A médica fez questão de dizer que não tem condições de afirmar se houve erro, mas frisou que é muito fácil colocar a culpa no administrador que estava lá e brindar outros profissionais. Segundo ela, foi uma covardia o que foi feito com o administrador que, durante toda a pandemia, deu seu sangue pelo Hospital. Dra. Hellen encerrou afirmando que possui muitos áudios e cópias das publicações que foram feitas e disse esperar que o mais breve possível a verdade venha à tona.

Em seguida, os vereadores se alternaram fazendo diversos questionamentos sobre critérios para vacinação dos funcionários do Hospital, inclusive dos advogados, os parâmetros para utilização do dinheiro público destinado à Covid-19 e análise do trabalho realizado pela Mesa Diretora da Casa de Caridade Leopoldinense. Todos os questionamentos foram respondidos pela Dra. Hellen, que se colocou à disposição sempre para prestar os esclarecimentos que forem necessários. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina-MG).

QUADRA POLIESPORTIVA RECEBE O NOME DE ROSALVO DOMICIANO FLAUZINO

Projeto de autoria do vereador Rogério Campos Machado recebeu aprovação unânime em reconhecimento à atuação do homenageado como servidor municipal, vereador e presidente do SINSERPU.
QUADRA POLIESPORTIVA RECEBE O NOME DE ROSALVO DOMICIANO FLAUZINO

Com uma votação unânime, a Câmara Municipal de Leopoldina aprovou a colocação do nome do ex-vereador Rosalvo Domiciano Flauzino à quadra poliesportiva que está sendo construída no Bairro Jardim Bela Vista.

A iniciativa foi de Rogério Campos Machado (PSC), autor do Projeto de Lei nº 10/2021, que foi aprovado em regime de urgência durante a reunião ordinária realizada no dia 16 de março de 2021.

Na justificativa que acompanha o projeto, o vereador informou que o objetivo é homenagear o ex-vereador Rosalvo Domiciano Flauzino, precocemente falecido no ano de 2017, quando iniciava seu primeiro mandato como vereador nesta Casa Legislativa. Ele fez referências à atuação do homenageado na vida pública, como servidor, sindicalista e parlamentar.

Durante a discussão da matéria, Rogério Campos Machado informou que a citada quadra poliesportiva está em construção no Bairro Jardim Bela Vista e sua conquista só foi possível graças à emenda parlamentar conseguida pelo ex-vereador Elvécio de Souza Barbosa, junto ao deputado federal Marcelo Álvaro Antônio.

Também foram registradas manifestações favoráveis ao projeto dos vereadores Bernardo Guedes, José do Carmo Fófano, Julius Cezar, Carlos André, Vinicius Queijinho, Ivan Nogueira e José Augusto Cabral.  

Após receber pareceres de duas comissões, o referido projeto entrou na pauta de discussão e votação da reunião, sendo aprovado em regime de urgência por unanimidade. Desta forma, o espaço esportivo localizado no Bairro Jardim Bela Vista fica denominado Quadra Poliesportiva Vereador Rosalvo Domiciano Flauzino. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina-MG).

segunda-feira, 22 de março de 2021

Vereador Rogério Campos lamenta que advogados que prestam serviços ao hospital de Leopoldina tenham sido vacinados.

Muitas pessoas idosas, de risco, ainda não foram vacinadas, afirmou o vereador

 

Na reunião ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, do dia 02 de março de 2021, o vereador Rogério Campos Machado, do PSC, assim se manifestou: “Senhor Presidente, vereadores, vereadoras, internautas: Hoje a minha fala mais uma vez é com muita indignação, com muita tristeza das coisas que vem acontecendo nesta cidade. Mas o que venho falar hoje Senhor Presidente, sobre boatos que estão acontecendo nesta cidade e nós somos fiscalizadores e temos que saber se isso são boatos, até onde é verdade e esses boatos vem acontecendo direto, sobre a Casa de Caridade Leopoldinense, principalmente. Houve um primeiro boato, sobre um escândalo que foi falado na internet, sobre a direção do hospital e sobre o administrador, falaram que tinha polícia federal, falaram que houve desvios e saiu uma nota do hospital falando que eram boatos, que eram calúnias e nós ficamos pensativos. Será que eram boatos, será que não eram, mas até que provem o contrário, são boatos. Agora, por incrível que pareça, aparece uma pessoa no facebook, não sei quem é também, falando sobre contratos com empresa de advocacia e com a hemodiálise e a gente quer acreditar também que sejam boatos, não queremos acreditar que em plena pandemia existia um contrato de três mil e poucos reais de uma firma que trabalha para o hospital e que em pouco tempo este valor foi para dez mil reais por mês, fica até difícil. Já fui até questionado vereadores, pelo meu deputado, o Diego Andrade, porquê esses escândalos que vêm sendo falado, isso gira não só em Leopoldina, mas em várias outras cidades e esses deputados ficam sabendo que estão ocorrendo esses boatos, então eles ficam preocupados, será Rogério, que compensa mandar dinheiro para a Casa de Caridade Leopoldinense? Será que está chegando a onde tem que chegar esse dinheiro, que tem que ser na população? Ai, não satisfeito, com o segundo boato e esse terceiro aqui pelo que eu fui informado, por pessoas sérias, médico do hospital que viu, alguém aqui, algum vereador pode até querer aceitar e achar que está certo, mas ao meu ver não está certo, os advogados da empresa de advocacia que foi contratada, os sócios,  vacinaram contra a COVID. Senhor Alessandro Rubim, uma pessoa que eu conheço muito, de 40 anos, vacinou contra a COVID, sendo que muitas pessoas idosas que correm risco, não conseguiram ainda vacinar em Leopoldina. Como que a secretaria de saúde aceitou deixar vacinar uma pessoa, nada contra a pessoa do Alessandro, nada contra o sócio dele, que também vacinou, mas é muito imoral, muito imoral, uma pessoa de 40 anos, poderia esperar mais um pouquinho. Agora, muito errado a nossa administração de aceitar esta situação, porque foram às pessoas da secretaria de saúde que foram lá aplicar a vacina. Para mim é um erro grave, me parece até que estão querendo fechar este hospital, estão querendo quebrar o hospital igual aconteceu com a LAC, porque não agüenta. Esse requerimento que eu fiz é para saber, vamos ver se vão informar para nós vereadores, a onde está o dinheiro que foi aprovado por nós, se foi gasto, a onde e em que foi gasto. Nós somos solidários à Casa de Caridade Leopoldinense, as notas que a Verinha também manda, explicativa, não convence, a nota de repúdio contra o Marcos Marinato, ridícula, ridícula, ele não falou em momento nenhum mal do hospital, nem eu aqui estou falando, estou falando que há boatos, então a gente fica muito preocupado, dá o primeiro boato, dá o segundo, dá o terceiro, agora este da vacina. Como que esses mercados que hoje pegam troco solidário para mandar para a Casa de Caridade, vai ficar ajudando a Casa de Caridade? Para ajudar tem que ser uma instituição séria. Não estamos falando aqui que a Casa de Caridade não é uma instituição séria, mas está no mínimo deixando a desejar. Eu tenho o meu problema, todos sabem que eu tive o meu problema, eu talvez seria de risco, como deve ter mais alguns aqui que eu não sei e nós não estamos indo lá passar na frente para poder vacinar não, eu num vacinei ainda não. Foi um absurdo, um absurdo para o senhor prefeito, para o secretário de saúde, para os advogados e para a Casa de Caridade também aceitarem isto. E não é só isso também não, tem muito mais pra falar hoje, a gente fica até estressado. Eu quero falar com vocês, pessoal do hospital, vocês são obrigados a responder este requerimento e se não responderem Senhor Presidente, vamos ver a possibilidade de instalar uma CPI. Se puder contratar um perito, que tenha experiência em finanças para poder ver o que está acontecendo na Casa de Caridade, porque nós aprovamos nesta Casa me parece que mais de três milhões de reais para a Casa de Caridade Leopoldinense, e uma instituição tão séria como esta não pode deixar esses boatos, essas coisas acontecerem”. Em outro trecho, o vereador Rogério Campos afirmou: “Vou repudiar sim, o meu amigo, nada contra ele, Alessandro Rubim e seu sócio, por terem tomado esta vacina, sendo que muitos idosos estão precisando e não conseguem. Hoje é dia de revolta e a Casa de Caridade Leopoldinense, vocês cumpram o que tem que ser feito, responda o requerimento, se não Senhor Presidente, vamos olhar com o jurídico, fazer o que for preciso para poder, se necessário, investigar sim a Casa de Caridade, porque o dinheiro que nós aprovamos aqui Senhor Presidente, nós aprovamos aqui quase três milhões de reais que não é nosso e sim da população que está nos cobrando, principalmente por esses três escândalos na cidade. Três escândalos em menos de um mês e meio envolvendo a mesma instituição. Querem me processar, podem me processar, fique a vontade, não estou nem um pouco preocupado, fui eleito para trabalhar para o povo, para fiscalizar e vou fiscalizar, doe em quem doer. Ressalto e registro que no dia que me senti mal, fui muito bem atendido por todos na Casa de Caridade Leopoldinense, não tendo nenhuma reclamação a fazer de nenhum profissional”, encerrando a sua fala o vereador Rogério Campos Machado. O Jornal O PROGRESSO, se coloca à disposição da Provedoria da Casa de Caridade Leopoldinense, bem como do Escritório de Advocacia CARVALHO & RUBIM SOCIEDADE DE ADVOGADOS, caso queiram se manifestar sobre este assunto.

 

(Foto ilustrativa)

sexta-feira, 19 de março de 2021

INTERIOR: Em meio aos fura-filas, governo de MG confirma mais 1.852 servidores vacinados

 

Secretaria de Saúde afirmou que eles foram imunizados conforme critérios dos municípios onde trabalham.


A Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou a existência de uma segunda lista com 1.852 servidores vacinados. Eles trabalham nas superintendências regionais espalhadas pelo interior do Estado.

“Sobre a listagem contendo 1.852 nomes de servidores imunizados em superintendências localização no interior do estado, vale ressaltar que a mesma já foi encaminhada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e refere-se às 27 Unidades Regionais de Saúde que procederam conforme critérios municipais”, informou a secretaria por meio de nota.

Segundo apurou O TEMPO, esses servidores foram vacinados pelas prefeituras dos locais onde trabalham e residem. A primeira lista, com 828 nomes, é formada por servidores lotados em Belo Horizonte.

De acordo com a SES, esses servidores do interior foram vacinados conforme as campanhas de vacinação e critérios de cada município.

"É importante esclarecer que cada município é responsável por operacionalizar sua campanha de vacinação. Ou seja, a vacinação de servidores de uma superintendência regional depende do município onde ela está localizada", explica a secretaria.

“A SES-MG esclarece que os servidores das Superintendências Regionais de Saúde foram orientados conforme os critérios dos municípios de referência e segundo Deliberação entre os gestores municipais e estaduais por meio da Comissão Intergestores Bipartite do SUS MG – CIB, de 9 de fevereiro de 2021. O documento esclarece que fazem parte dos grupos iniciais prioritários da vacinação os trabalhadores das Secretarias Municipais de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e órgãos estaduais de saúde que, em razão de suas atividades, tenham contato com o público”, diz nota enviada pela assessoria de imprensa.

Segundo a SES, foram vacinados até agora servidores que se encaixam em três situações. A primeira é aqueles que exerçam atividades na “Rede de Frio Estadual, Centrais Regionais de Regulação Assistencial, Farmácias de Minas e Almoxarifado”, com o objetivo de garantir o funcionamento desses serviços.

Em segundo lugar, foram vacinados trabalhadores que estão ou necessitam ir para o campo, sob justificativa, para realizar investigações, inspeções sanitárias, vistorias e visitas técnicas, “garantindo que as ações sejam executadas nos territórios, principalmente os municípios em situação crítica para a Covid-19”

Por fim, também receberam a imunização os “trabalhadores que precisam executar suas atividades presenciais para reduzir o risco de disseminação da doença e provocar, como consequência, um surto por Covid-19”.

É importante ressaltar que não se pode, neste momento, apontar que esses servidores foram vacinados irregularmente. Isso só será possível após a análise de cada um dos casos. Muitos dos que estão na lista que já foi divulgada de fato deveriam tomar a vacina em razão das atividades que exercem. Essa investigação será feita pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pela Assembleia Legislativa.

ALMG

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) informou através de nota que a SES enviou a lista com os nomes de servidores de superintendências regionais vacinados.

"O novo documento foi encaminhado por e-mail, o que não é usual, especialmente em decorrência da seriedade do assunto. O presidente da ALMG, deputado Agostinho Patrus, acaba de ter conhecimento desta nova listagem, que será imediatamente encaminhada ao presidente e demais membros da CPI dos 'Fura-fila' para investigação dos procedimentos adotados", escreveu a assessoria de imprensa da Casa.

 

O presidente da Comissão de Saúde, João Vítor Xavier (Cidadania), que também é integrante da CPI, disse que começou a receber informações sobre essa situação de maneira informal.

“O que eu sei, e todo dia chega uma informação diferente, é que os funcionários das superintendências regionais foram vacinados. Pessoas do interior. Já tive notícias da regional de Passos, Manhuaçu, Uberlândia, São João del Rei. Agora são todas informações extraoficiais. São contatos de pessoas ligadas a essas regionais. Tem muito nome chegando, mas extraoficialmente”, disse.

Confira a nota da SES na íntegra:

"A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) esclarece que o fluxo de envio/recebimento de vacinas é fixo e único: o Ministério da Saúde envia ao estado o quantitativo de imunizantes. Estes insumos seguem para a central da Rede de Frio, onde são armazenadas em temperatura e condições ideais. De lá seguem para as Unidades Regionais de Saúde e o município busca as vacinas nas unidades regionais de saúde. É importante esclarecer que cada município é responsável por operacionalizar sua campanha de vacinação. Ou seja, a vacinação de servidores de uma superintendência regional depende do município onde ela está localizada.

A SES-MG esclarece que os servidores das Superintendências Regionais de Saúde foram orientados conforme os critérios dos municípios de referência e segundo Deliberação entre os gestores municipais e estaduais por meio da Comissão Intergestores Bipartite do SUS MG – CIB, de 9 de fevereiro de 2021. O documento esclarece que fazem parte dos grupos iniciais prioritários da vacinação os trabalhadores das Secretarias Municipais de Saúde, Secretaria Estadual de Saúde e órgãos estaduais de saúde que, em razão de suas atividades, tenham contato com o público.

Só puderam se imunizar, nesse momento, os trabalhadores que: 

 - exerçam suas atividades na Rede de Frio Estadual, Centrais Regionais de Regulação Assistencial, Farmácias de Minas e Almoxarifado para garantir o funcionamento desses serviços;

- trabalhadores  que estão ou necessitam (com justificativa) ir para o campo (investigação, inspeções sanitárias, vistorias e visitas técnicas), garantindo que as ações sejam executadas nos territórios, principalmente os municípios em situação crítica para a Covid-19;

 - trabalhadores que precisam executar suas atividades presenciais para reduzir o risco de disseminação da doença e provocar, como consequência, um surto por Covid.

Sobre a listagem contendo 1.852 nomes de servidores imunizados em superintendências localização no interior do estado, vale ressaltar que a mesma já foi encaminhada à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e refere-se às 27 Unidades Regionais de Saúde que procederam conforme critérios municipais."

(Fonte: www.otempo.com.br)




MATÉRIA QUE CITA LEOPOLDINA: Minas vacinou 134 servidores em 'home office' no interior do Estado.

Servidores atuam nas Superintendências Regionais de Saúde de 13 cidades; ao todo, 2.680 trabalhadores da saúde foram imunizados.


  • MINAS GERAIS Lucas Pavanelli, do R7, com Enzo Menezes, da RecordTV Minas



Servidores da saúde em "home office" foram vacinados contra a covid-19 em Minas Gerais. Em uma lista com 1.852 nomes de profissionais que trabalham nas Superintendências Regionais de Saúde, no interior do Estado, 134 constam como em "teletrabalho". Nessa modalidade, os servidores foram liberados do atuação presencial para poderem trabalhar de casa, reduzindo a possibilidade de serem contaminados pela covid-19. 

Os servidores em "home office" que já foram vacinados atuam em cidades como Alfenas, Barbacena, Diamantina, Ituiutaba, Leopoldina, Manhuaçu, Patos de Minas, Pirapora, São João Del Rei, Sete Lagoas, Teófilo Otoni, Uberlândia e Varginha. 

Veja: Saúde de MG alertou prefeituras sobre rigor na fila de vacinação

A lista com os nomes de 1.852 servidores vacinados inclui, ainda, todos os 27 diretores das Superintendências Regionais de Saúde. De acordo com o Governo do Estado, apenas um deles tem mais de 60 anos e apenas nove tinham contato com público externo. Os outros 17 trabalhavam nos escritórios ou em campo, mas sem contato com o público. 

Lista

Essa é a terceira lista enviada pela SES (Secretaria de Estado da Saúde) ao Legislativo. A primeira tinha cerca de 500 nomes, mas foi considerada incompleta pela Assembleia e devolvida ao governo estadual.

A segunda tinha a relação de 828 servidores da SES que atuam em Belo Horizonte, inclusive de profissionais do setor administrativo, que trabalham na CIdade Administrativa, sem contato com público externo. Funcionários em "home office" também foram convocados para vacinação. Com isso, já são mais de 2.600 o número de servidores da saúde imunizados contr a covid-19.

Outro lado

Na semana passada, o então secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral, afirmou que, embora o plano de vacinação da SES-MG (Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais) previsse a imunização de servidores em "home office", nenhum tinha sido, de fato, vacinado já que a fila não teria chegado até eles. 

Em nota, a pasta afirmou que a responsabilidade da vacinação, nesses casos, é de cada prefeitura. E que, nesse momento, só poderiam ser vacinados os trabalhadores da Rede de Frio Estadual, Centrais Regionais de Regulação Assistencial, Farmácias de Minas e Almoxarifado, os que precisam ir a campo e os trabalham presencialmente. (Fonte: https://noticias.r7.com)



quinta-feira, 18 de março de 2021

Presidente da Câmara José Augusto Cabral participou de reunião on line com mais 79 Presidentes de Câmaras Municipais

O encontro contou com a participação de 80 presidentes de câmaras municipais que decidiram encaminhar um documento aos Governos Estadual e Federal cobrando medidas mais efetivas para combater a pandemia.
ENCONTRO DE CÂMARAS DISCUTE AÇÕES CONJUNTAS DE COMBATE À COVID-19

Numa iniciativa da Câmara Municipal de Juiz de Fora, na quinta-feira dia 11 de março de 2021, foi promovido um encontro on-line com os representantes das Casas Legislativas da região para discutir ações conjuntas de combate à Covid-19. Mais de 80 presidentes de câmaras municipais participaram da reunião virtual e Leopoldina foi representada pelo vereador José Augusto Cabral.

Com uma duração de aproximadamente três horas, o encontro tratou da questão sanitária imposta pela disseminação do coronavírus e as medidas restritivas adotadas por vários municípios. Também foram  abordados temas referentes à vacinação e pandemia de um modo geral, conscientização da população, além do impacto na economia e na educação. Todos os participantes tiveram a oportunidade de relatar a realidade em cada município, principalmente as dificuldades que estão enfrentando para conter a pandemia.

Juraci Scheffer, presidente da Câmara de Juiz de Fora, ressaltou que o momento exige uma mobilização das Câmaras Municipais, visando um trabalho em rede em prol do desenvolvimento da região como um todo. A situação é alarmante em todo o estado e Juiz de Fora pode atuar como referência para um debate que atenda às necessidades locais.

José Augusto Cabral destacou o pioneirismo da Câmara de Juiz de Fora e sugeriu a criação de um canal de comunicação para compartilhamento das experiências locais. Segundo ele, a reunião foi muito proveitosa e resultou na elaboração de um documento que será encaminhado aos Governos Estadual e Federal, relatando as necessidades da região e a possibilidade iminente de colapso do sistema de saúde, além de cobrar medidas mais efetivas para lidar com o avanço da pandemia. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina-MG).

Vereador Julius Cezar propõe a realização de um grande feirão no distrito de Ribeiro Junqueira.

Segundo Julius Cezar, o feirão apresentará uma grande diversidade de produtos a serem comercializados e representará uma oportunidade de recuperação de renda para as famílias locais.



Em virtude da pandemia de Covid-19, a população foi forçada ao isolamento social e teve sua situação financeira fortemente afetada, exigindo criatividade na forma de ganhar dinheiro durante a crise. Uma alternativa para ajudar a população que foi fortemente impactada pela pandemia foi apresentada em reunião ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, realizada no dia 1º de março de 2021.

Julius Cezar Pereira da Silva (PSL) foi o autor da Indicação nº 283/2021 que solicitou ao Poder Executivo a autorização para a realização do Grande Feirão de Ribeiro Junqueira, que poderia ser realizado no pavilhão de concurso leiteiro do distrito, aos domingos, no horário das 06h às 16h, adotando todos os cuidados de prevenção à Covid-19.

Ao justificar sua iniciativa, o vereador explicou que o objetivo é oportunizar aos moradores de Ribeiro Junqueira e adjacências a comercialização de qualquer tipo de produto, desde hortifrutis, legumes, verduras, ovos, queijos, compotas, artesanato, peças de vestuário, calçados e objetos semi-novos. Os expositores serão devidamente cadastrados e registrados, sem a necessidade de pagamento de qualquer despesa ou taxa. Segundo ele, as pessoas teriam a oportunidade de recuperar um pouco da renda perdida em virtude da pandemia do coronavírus.

O parlamentar argumentou que a feira seria realizada de forma organizada, tendo os seus coordenadores a responsabilidade de deixar o local completamente limpo após o encerramento do evento. Julius Cezar acrescentou que, há cinco anos, não é realizado nenhum evento no recinto do concurso leiteiro e a criação da feira proporcionará melhor conservação daquele espaço.

O vereador também foi autor da Indicação nº 369/2021, apresentada na reunião realizada no dia 09 de março de 2021, na qual alertou o Poder Executivo sobre a necessidade de realização com urgência de serviços de capina e de limpeza no povoado de São Martinho. Ele justificou tal pedido apontado que a comunidade está vivendo em estado de completo abandono.

Após as discussões regimentais, as proposições foram aprovadas por unanimidade. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina-MG)

LEGISLATIVO PROPÕE ALTERNATIVAS PARA MELHORAR O TRÂNSITO DA CIDADE.

Maria Inês relatou as dificuldades de se conseguir uma vaga de estacionamento nas ruas centrais da cidade e defendeu a delimitação de áreas específicas para motos, sem prejudicar idosos e deficientes.

LEGISLATIVO PROPÕE ALTERNATIVAS PARA MELHORAR O TRÂNSITO DA CIDADE

Em muitos municípios brasileiros, o trânsito é apontado como um dos maiores problemas a serem solucionados, tornando-se um desafio para os gestores municipais. Em Leopoldina, muito se tem discutido sobre medidas para melhorar o trânsito, principalmente na região central.

Em recente reunião ordinária da Câmara Municipal, a vereadora Maria Inês Xavier de Oliveira (PL) apontou alguns problemas no trânsito da cidade, principalmente a dificuldade de encontrar uma vaga de estacionamento nas ruas centrais em virtude do aumento expressivo de carros e motos na área urbana.

Através da Indicação nº 288/2021, a vereadora sugeriu a reorganização desses espaços, com o estacionamento de carros apenas em um dos lados das ruas Cotegipe e Tiradentes, formando ângulos de 45 graus entre eles, ficando uma das laterais livre para circulação dos demais veículos, aumentando, assim, o número de vagas.

Além disso, ela também defendeu a delimitação de áreas específicas para motos, sem prejudicar os espaços reservados para idosos e deficientes. A vereadora justificou sua iniciativa relatando que está cada vez mais difícil o acesso às lojas, farmácias e bancos nas ruas centrais, em virtude da ausência de vagas. Segundo ela, as motos dividem espaços com carros, deixando, muitas vezes, áreas vazias entre ambos.

Após esgotar a discussão sobre o tema, a indicação foi aprovada por unanimidade na reunião ordinária realizada no dia 01 de março de 2021 e recebeu assinatura de apoio do vereador Rogério Campos Machado.  (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina-MG).

URGENTE: CÂMARA AUTORIZA MUNICÍPIO A PARTICIPAR DE CONSÓRCIO PARA AQUISIÇÃO DE VACINAS

Em virtude da importância do tema, o PL 14/2021 foi apreciado em regime de urgência para possibilitar que o Município possa confirmar sua intenção em adquirir vacinas contra a Covid-19.
CÂMARA AUTORIZA MUNICÍPIO A PARTICIPAR DE CONSÓRCIO PARA AQUISIÇÃO DE VACINAS

A Câmara Municipal de Leopoldina realizou na tarde de hoje (18.03.21) uma reunião extraordinária para apreciar projeto de lei que autoriza o município a adquirir vacinas contra a Covid-19. O encaminhamento desta matéria foi considerado como resultado de uma indicação feita em conjunto por todos os parlamentares e também da recente reunião realizada entre os vereadores e o prefeito municipal, na qual houve uma solicitação enfática para que o município não deixasse de aderir ao consórcio

De autoria do Executivo, o Projeto de Lei nº 14/2021 ratifica o protocolo de intenções firmado entre municípios brasileiros, com a finalidade de adquirir vacinas para combate à pandemia do coronavírus, medicamentos, insumos e equipamentos na área da saúde.

A tramitação em caráter de urgência solicitada pelo Poder Executivo e aprovada pelos vereadores foi justificada pelo pequeno prazo que o município tem para confirmar a adesão ao consórcio para compra de vacinas, até o dia 22 de março. Em virtude disso, após leitura no plenário, o projeto foi encaminhado à Comissão Especial, composta pelos vereadores Bernardo Guedes (PDT), Rodrigo Pimentel (PV) e Gilmar Pimentel (PODEMOS)

Respaldados pela manifestação da Assessoria Jurídica, os membros da Comissão Especial emitiram parecer favorável à tramitação da matéria, o qual foi aprovado pelo plenário. Em seguida, o PL 14/2021 entrou em discussão, momento em que os vereadores fizeram pronunciamentos salientando a urgente necessidade de vacinação da população, não só para frear o iminente colapso generalizado na área da saúde, como também para retomar a atividade econômica e o convívio social.

Os parlamentares comentaram sobre a força do Legislativo nesta questão, com a formulação de indicações e requerimentos, além das ponderações feitas em recente reunião com o Chefe do Executivo. Eles enfatizaram que houve entendimento e superação de divergências políticas e partidárias em favor da saúde dos leopoldinenses. Os edis destacaram que o momento era histórico, em virtude da união dos poderes em prol da vida da população.

Ao final, após as discussões regimentais, o Projeto de Lei nº 14/2021 foi aprovado por unanimidade em regime de urgência. Desta forma, o município de Leopoldina está autorizado a integrar o consórcio público de abrangência nacional, organizado pela Frente Nacional de Municípios, cuja finalidade é contribuir para agilizar a imunização da população e também atender eventuais demandas por medicamentos, equipamentos e insumos que sejam necessários aos serviços públicos municipais de saúde.

Antes de encerrar a sessão, o Presidente da Câmara, José Augusto Cabral (PSD), fez um relato da mobilização de vereadores e servidores do Legislativo para viabilizar a realização dessa sessão em caráter de urgência. Ele aproveitou para parabenizar a decisão tomada pelo Chefe do Executivo e agradeceu o empenho de todos na aprovação da matéria.(Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina-MG).

terça-feira, 16 de março de 2021

Morre uma ilustre leopoldinense: Juracy Barbosa Furtado

Morreu nesta terça-feira, dia 16 de março de 2021, aos 91 anos, uma ilustre leopoldinense: JURACY BARBOSA FURTADO. Segundo publicação da sua filha Maria Regina, em sua página pessoal no facebook, dona Juracy, como era carinhosamente conhecida por todos, foi internada no dia 27 de fevereiro de 2021, na Casa de Caridade Leopoldinense, com COVID-19. Segundo a publicação, ela foi diagnosticada depois que uma de suas acompanhantes adoeceu e continuou indo trabalhar, pois não teve sintomas. Neste dia, Maria Regina afirmou ainda que sua mãe estava bem, mas que era um dia de cada vez. Por um longo período, dona Juracy Barbosa foi diretora da hoje Escola Municipal Botelho Reis, tendo este período sido marcado por sua gentileza, atenção, amor e carinho ao tratar muito bem os professores, funcionários e alunos. Era membro ativa da APIL e do IDESC, sendo que esteve a frente junto com outras mulheres, da organização de várias edições da Feira da Paz. Realizou durante muitos anos, um evento denominado “Leopoldinense Ausente”, que homenageava leopoldinenses que residiam e trabalhavam há anos em cidades de todos os Estados brasileiros, sendo que os mesmos vinham e demonstravam a alegria e satisfação em receber uma homenagem e reconhecimento da sua terra natal. Foi secretária municipal de esporte, lazer e cultura, na administração 2001-2004, do então prefeito José Roberto de Oliveira. Por coincidência, a Escola Municipal Botelho Reis está comemorando os seus 75 anos de funcionamento.


sábado, 13 de março de 2021

HOMENAGEM: Projeto de lei que denomina Vereador Rosalvo Flauzino à quadra poliesportiva começa a tramitar na Câmara Municipal

Começou a tramitar na reunião ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, do dia 09 de março de 2021, o Projeto de Lei nº 10/2021, de autoria do vereador Rogério Campos Machado, do PSC, que “Dá denominação de Vereador Rosalvo Domiciano Flauzino à quadra poliesportiva localizada no Bairro Jardim Bela Vista.” Diz o Artigo 1º do referido projeto de lei: Fica denominada VEREADOR ROSALVO DOMICIANO FLAUZINO a quadra poliesportiva, em construção, localizada no Bairro Jardim Bela Vista, na Avenida dos Expedicionários s/n, CEP 36703-000, com acesso pela Academia de Saúde, ao lado da UBS. Na justificativa, o autor afirmou: “Com os meus cordiais cumprimentos, apresento para apreciação nos Nobres Pares, o anexo projeto de lei que dá denominação a quadra poliesportiva em nossa cidade. Pretendemos com o projeto homenagear o saudoso ex-Veredador Rosalvo Domiciano Flauzino, precocemente falecido no ano de 2.017, quando iniciava seu primeiro mandato como vereador nesta Casa, mandato que, não temos dúvidas, seria repleto de realizações e conquistas para todos os leopoldinenses, como foi pautada toda a sua vida pública, como servidor, como sindicalista e como parlamentar. A citada quadra poliesportiva está em construção no Bairro Jardim Bela Vista e sua conquista só foi possível graças à emenda parlamentar conseguida pelo ex-Vereador Elvécio de Souza Barbosa, junto ao Deputado Marcelo Álvaro Antônio, a quem fazemos questão de agradecer e reconhecer.” Após o início da tramitação do projeto de lei nº 10/2021, vários vereadores se manifestaram. Confira:


ROGÉRIO CAMPOS MACHADO:

 “Na legislatura passada eu tinha aqui quatorze amigos vereadores, mais os funcionários, sendo que o Rosalvo e mais alguns se destacavam na amizade comigo. Até nos últimos dias da sua vida, o Rosalvo, no hospital, no CTI, eu fui visitá-lo e fiquei muito triste ao vê-lo e sempre me lembro dele e sinto saudades das nossas conversas. Até penso que ele merecia ter o seu nome em alguma obra da área da saúde primeiramente, mas devido a essa pandemia não sei se será construída alguma obra neste sentido, e já que temos que denominar esta quadra, resolvi homenageá-lo. Aproveito a oportunidade para parabenizar o ex-vereador Elvécio de Souza Barbosa, e o deputado federal Marcelo Álvaro Antônio que disponibilizou esta emenda. O Rosalvo foi um grande companheiro, um amigo, um homem que lutava muito por Leopoldina, ele queria ver uma Leopoldina melhor e foi um leão para trabalhar enquanto era vereador, lutava o tempo todo por Leopoldina e merece esta homenagem.


BERNARDO GUEDES:

“Eu não poderia deixar de me pronunciar, devido a esta bela homenagem, vereador Rogério, te parabenizo porque o Roslavo era um político, eu sou testemunha, pois ele era um frequentador assíduo da minha residência com quem eu pude acompanhar praticamente toda a sua trajetória política, trajetótia aguerrida. Foi um colega de partido, estou no PDT e na legislatura passada era ele, foi uma pessoa que batalhou muito. Era sindicalista e batalhou muito para poder chegar aqui como vereador nesta Casa e na hora que ele subiu, foi muito rápida a forma que se despediu de todos nós. Então foi uma pessoa, uma figura emblemática que deixou muita saudade e que vai ter uma homenagem justa. As famílias Domiciano e Flauzino poderão se honrar, se orgulhar, com o nome Rosalvo Domiciano Flauzino, em uma quadra.”        

JOSÉ DO CARMO FÓFANO VIEIRA:

“Parabenizo o vereador Rogério Campos Machado, por apresentar esta homenagem O Rosalvo sempre foi um homem lutador, principalmente pelos direitos da raça negra, do social, é uma bela homenagem.”

 

JULIUS CEZAR PEREIRA DA SILVA:

“Vereador Rogério Campos, você foi genial ao apresentar esta homenagem. Convivi com o Rosalvo no distrito de Ribeiro Junqueira e quando ele foi eleito vereador eu trabalhava no Rio de Janeiro e ficava uns dias fora e ele vivia mandando recado para mim através dos meus familiares, dizendo sempre que queria falar comigo, dizendo que eu não tinha a oportunidade que eu merecia e que ele queria me dar uma oportunidade pra eu ficar em Ribeiro Junqueira e parar de ter que ir pro Rio de Janeiro trabalhar, Rapidamente, ele conversou com o deputado federal Júlio Delgado, nesta conversa estava também o Marcos Marinato, batemos um papo, trocamos uma idéia e estava tudo alinhavado pra fazermos uma ótima parceria com o deputado federal, mas infelizmente meses depois ele faleceu e não deu para seguirmos com esta parceria. Eu recebí nesta Casa Legislativa o Título de Cidadão Honorário Leopoldinense, por iniciativa dele, ele que foi o autor desta homenagem para mim o qual eu fiquei muito feliz.”


CARLOS HENRIQUE MOTTA ANDRÉ:

“Quero te parabenizar vereador Rogério, pois o Rosalvo era uma pessoa que lutava por Leopoldina e pelo funcionalismo público municipal da cidade, era uma causa que ele abraçava com mais vontade. O Rosalvo está fazendo muita falta, sendo esta uma homenagem muito justa.”

VINÍCIUS QUEIJINHO:

“Parabenizo o vereador Rogério Campos Machado, por esta belíssima homenagem. O Rosalvo era uma pessoa cativante. Eu me lembro que nas eleições municipais de 2016 eu não apoiei ele, mas no momento mais difícil da minha vida ele estava comigo, me dando apoio, ânimo e hoje fico muito feliz com esta homenagem, pois na área de saúde ele trabalhava mesmo, corria atrás e eu me lembro também que na segunda cirurgia do meu padrasto, estava com dificuldades para fazer aqui, o Rosalvo levou ele em Juiz de Fora, conversou e em um mês foi realizada a cirurgia, sendo esta homenagem justa e hoje o Rosalvo faz muita falta.”


IVAN MARTINS NOGUEIRA:

”Não poderia deixar de parabenizar o vereador Rogério Campos Machado por esta homenagem. O Rosalvo com certeza teria aqui uma avaliação de primeira qualidade, se cumprisse todo o seu mandato, apesar de que, o tempo que ele esteve nesta Casa Legislativa, ele foi um vereador de destaque. Ele se destacava mesmo, como disse o vereador Carlos André, ele era um defensor ferrenho do funcionalismo público municipal, colocou o SINSERPU – Sindicato dos Servidores Públicos municipais para funcionar ativamente e foi um vereador diferenciado. Tive sempre uma boa amizade com ele e tive o prazer de ser o autor de um projeto de lei, que denominou uma rua do bairro Tomé Nogueira, com o nome da mãe dele, que foi uma pessoa muito batalhadora.”

JOSÉ AUGUSTO CABRAL:

“Eu também quero parabenizar o vereador Rogério Campos Machado, pela apresentação deste projeto de lei que homenageia o ex-vereador Rosalvo Domiciano Flauzino e dizer que eu tenho grandes lembranças do vereador Rosalvo, não só na vereança, mas em toda uma vida. Desde pequeno, tivemos inúmeros momentos marcantes ao lado do Rosalvo, em várias campanhas e ele sempre foi um guerreiro. O Rosalvo foi prestigiado, na época da gestão Bené Guedes, como chefe da seção de veículos da saúde e ali ele desenvolveu um brilhante trabalho, onde prestou um serviço que foi reconhecido, assumindo a Presidência do Sindicato e depois assumindo o mandato de vereador e teve uma carreira muito bonita, sendo que ele sempre foi intenso e tivemos bons momentos aqui nesta Casa Legislativa, construímos uma boa amizade e sempre ficávamos juntos na Câmara Municipal, foram bons momentos.”


RELEMBRANDO



Morre o vereador Rosalvo Domiciano Flauzino

 

Faleceu na madrugada desta quinta-feira, 13 de julho de 2017, o vereador Rosalvo Domiciano Flauzino, 51 anos. Ele estava internado na Casa de Caridade Leopoldinense desde o dia 19 de junho, quando foi vítima de um Acidente Vascular Encefálico, com sérios comprometimentos neurológicos.

Funcionário público municipal, Rosalvo era presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Leopoldina (Sinserpu) quando se elegeu vereador pelo PDT com 328 votos.

A notícia do falecimento do vereador Rosalvo Domiciano Flauzino deixou consternados os familiares, amigos, seus colegas de Câmara e o meio político em geral. O presidente da Câmara Municipal de Leopoldina, Pastor Darci Portela, informou à reportagem do jornal O Vigilante Online que determinou que fosse decretado Luto Oficial na Casa Legislativa.

De acordo com o assessor de imprensa da Câmara, Arnaldo Spíndola, o corpo do vereador Rosalvo está sendo velado na Capela Mortuária Lions Clube, no Cemitério Nossa Senhora do Carmo e o sepultamento está marcado para as 14h00.

Mais informações a qualquer momento.

Fonte da notícia “Morre o vereador Rosalvo Domiciando Flauzino”: O VIGILANTE ONLINE (13 DE julho de 2017).

 

quinta-feira, 11 de março de 2021

Vereador Bernardo Guedes apresenta Projeto de Lei que considera atividades de academias essenciais.

O vereador Bernardo Guedes, do PDT, apresentou na reunião ordinária do dia 09 de março de 2021, o Projeto de Lei nº 11/ 2021, que “Considera essenciais as atividades de academias de ginástica e similares no Município de Leopoldina.” Diz o Artigo 1º do Projeto de Lei: Art. São consideradas essenciais as seguintes atividades prestadas no Município de Leopoldina:

- academias de ginástica, assistidas por profissionais de educação física, prestadores de atividades físicas e similares - como pilates, natação, lutas esportivas e atividades esportivas ao ar livre - devidamente registrados no respectivo conselho profissional; - quadras poliesportivas e instalações destinadas à prática esportiva;Parágrafo único. A essencialidade das atividades previstas no caput deste artigo deverá ser considerada para fins de aplicação de quaisquer normas regulatórias, sanitárias e/ou administrativas, em especial as que versarem sobre a abertura ou reabertura física dos estabelecimentos onde as atividades são prestadas, durante o período da pandemia relacionada à covid-19. 

Art. 2º O desenvolvimento das atividades a que se refere está lei deverá obedecer a todos os protocolos expedidos pelas autoridades sanitárias competentes, especialmente o Decreto Federal 10.344, de 11 de maio de 2.020.


Art. Esta Lei será regulamentada por ato do Poder Executivo, no que couber. Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Na justificativa do projeto de lei, o vereador Bernardo Guedes afirmou:


Este projeto de lei tem por objetivo incluir as academias de ginástica e similares como serviços essenciais durante a pandemia e como agentes que ajudam e não disseminam o vírus do COVID 19.

Com a instituição das academias e similares como atividades essenciais à pandemia do novo coronavírus (COVID-19) podemos assim não afetar a economia com a perda de dezenas de empregos e a falência de várias empresas.

Como já é comprovado cientificamente por vários artigos científicos a melhora da imunidade em relação tanto aos sintomas quanto até a ser infectado, torna-se errôneo com tantos benefícios para saúde quanto para a economia local manter esses estabelecimentos fechados.

Ademais, segundo artigos, a prática regular do exercício físico atua como um modulador do sistema imune, de forma a estruturar progressivamente a resposta fisiológica à minimização do dano. Durante a atividade física, uma série de citocinas pró e anti-inflamatórias são liberadas, há incremento na circulação de linfócitos, assim como no recrutamento celular. Tais efeitos levam ao melhor controle da resposta inflamatória, reduzem os hormônios do estresse, e resultam em menor incidência, intensidade de sintomas e mortalidade frente a ocorrência de infecções virais, especialmente as respiratórias (Bhatia, et al. 2020; Brawner, et al.2020).

Além do que, a proibição de uma pessoa em realizar atividade física e/ou exercício físico, como foi dito anteriormente, na verdade estará deixando a pessoa mais vulnerável ao vírus do que se ela estive praticando uma modalidade  esportiva obedecendo as  medidas sanitárias. Logo, incidirána diminuição da imunidade, e consequentemente da saúde da população em geral. Diante     do                      exposto,  torna-se        necessária    e                urgente            a essencialidade das academias de ginástica na cidade de Leopoldina.

 

Na reunião ordinária, após o projeto de lei ter começado a tramitar, o autor, vereador Bernardo Guedes afirmou: “Senhor Presidente, este projeto foi reformulado, logo no início das sessões ordinárias eu apresentei o projeto, mas tendo em vista adaptações que são necessárias, pois em conversas com representantes dos líderes dos educadores físicos, a gente fez algumas alterações, objetivando prestigiar e valorizar os profissionais que são registrados nos respectivos conselhos profissionais e para que não haja interpretação equivocada do que seria a prática desportiva. Este projeto, está de acordo com o decreto federal n 10.344 de 2020, só para deixar bem claro, pois podem dizer assim: O Bernardo está defendendo que tenha irresponsabilidade e que tenha aglomeração, de forma alguma. Este projeto de lei é para valorizar quem vai praticar esportes com responsabilidade. O ambiente onde não estiver funcionando com essas medidas ele deve ser punido sim, mas nós temos que dar segurança e possibilidade das pessoas trabalharem. Ressalto que caso se houver reuniões da macroregião e se o Estado decidir de ir para a onda roxa, significa que de acordo com a regulamentação do Ministério da Saúde, esses ambientes também estariam proibidos de funcionar. Gostaria de deixar bem claro que não há ingerência nenhuma por parte deste parlamentar em competência de matéria que seja do Poder Executivo e caso ocorra se no futuro for pra onda roxa, não seremos nós que iremos questionar, não vai ser o Bernardo que vai tomar essa frente, o que quero é que seja reconhecida a atividade essencial dentro do período pandêmico, em especial na onda vermelha, se for para a onda roxa que é a mais grave, obviamente cessa muitas atividades, inclusive da prática de esportes, mas o meu pensamento é que com responsabilidade e segurança possa ter, exceto se houver onda roxa”, finalizou Bernardo Guedes. A Presidência encaminhou o referido projeto de lei, para a comissão de constituição, legislação e redação.