domingo, 12 de julho de 2020

BUSTO DE VITALINO DUARTE PODERÁ SER COLOCADO NA PRAÇA FÉLIX MARTINS

Rogério Campos Machado reforçou proposição já feita pelo então vereador Rosalvo Domiciano Flauzino, no sentido de que Mestre Vitalino tenha seu busto colocado na Praça Félix Martins.
BUSTO DE VITALINO DUARTE PODERÁ SER COLOCADO NA PRAÇA FÉLIX MARTINS
A Câmara Municipal acaba de aprovar mais uma sugestão de homenagem à memória do Mestre Vitalino Duarte, destacada personalidade do setor cultural de Leopoldina. Na sessão ordinária, ocorrida no dia 15 de junho, o vereador Rogério Campos Machado sugeriu a colocação de um busto desse artista popular na Praça Félix Martins.
Em seu texto, a Indicação nº 160/2020 salienta que essa proposta foi apresentada inicialmente pelo então vereador Rosalvo Domiciano Flauzino, em 2017, e conta com o apoio dos membros do Movimento Negro de Leopoldina.
Durante a discussão da matéria, Rogério Campos Machado ressaltou a importância do Mestre Vitalino Duarte na cultura local, com participações em festas folclóricas e religiosas. Também foi destacada sua presença no carnaval de Leopoldina por cinco décadas.
O parlamentar reconheceu que o nome do Mestre Vitalino já está eternamente na memória histórica de Leopoldina, principalmente por denominar a Lei nº 4180/2014, Lei Municipal de Incentivo à Cultura, a conhecida Lei Vitalino Duarte, mas ponderou que a colocação de um busto dele na Praça Félix Martins será outra importante homenagem.
Após as discussões regimentais, a indicação foi aprovada por unanimidade e recebeu assinaturas de apoio de José Ferraz Rodrigues e Hélio Batista Braga de Castro.
(Foto: Acervo Cumbuca - Mestre Vitalino recebendo troféu em carnaval na década de 1970 das mãos do então Vereador Antônio de Paula Junqueira Ferraz)  (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

HOSPITAL SOLICITA AJUDA PARA AQUISIÇÃO DE UM NOVO GERADOR DE ENERGIA

Segundo Vera Pires, os recursos serão utilizados na aquisição de um novo gerador para evitar interrupções de energia elétrica que colocariam em risco a vida dos pacientes.
HOSPITAL SOLICITA AJUDA PARA AQUISIÇÃO DE UM NOVO GERADOR DE ENERGIA
Em ofício encaminhado à Câmara Municipal de Leopoldina, a Casa de Caridade Leopoldinense solicitou aos vereadores a liberação de recursos para aquisição de um gerador de energia, além de materiais e medicamentos específicos de combate ao coronavírus.
A correspondência assinada pela provedora Vera Maria do Vale Pires foi apresentada na reunião ordinária ocorrida no dia 15 de junho. Inicialmente a representante do Hospital reconheceu que a Câmara Municipal é uma instituição parceira na defesa da saúde dos cidadãos e cidadãs de Leopoldina e região.
Para justificar a solicitação, Vera Pires salientou que o hospital foi obrigado a ampliar sua atuação para ajudar no combate à Covid-19, sem deixar desassistidos os demais pacientes que, em sua maioria, são pessoas carentes que dependem do tratamento pelo SUS para sobreviver. Além disso, a provedora destacou que, neste momento tão delicado, é preciso evitar que ainda mais vidas sejam perdidas em meio a essa pandemia.
Segundo ela, atualmente o hospital possui uma UTI com 5 leitos, exclusivos para Covid-19, 10 leitos para isolamento clínico Covid-19 e uma outra UTI com 8 leitos para pacientes com doenças diversas. Vera Pires ressaltou a necessidade de ampliação dessa estrutura com a compra de equipamentos, além de um novo gerador para evitar a interrupção de energia elétrica, levando risco aos pacientes.
Por fim, a provedora destacou que a Casa de Caridade é um hospital centenário, cuja situação financeira que já era delicada antes da pandemia se tornou grave em razão do aumento abusivo nos preços de medicamentos, insumos e aparelhos.
Durante o expediente de oradores inscritos, foram registradas manifestações de vereadores em apoio à solicitação do Hospital, ponderando que o Presidente do Legislativo estude a possibilidade de antecipar a devolução de recursos para a Prefeitura Municipal com o objetivo de adquirir um novo gerador e, assim, solucionar esse problema.
Em seguida, Waldair Barbosa Costa respondeu que a Câmara Municipal está à disposição do Hospital para ajudar no que for preciso. Especificamente sobre a solicitação apresentada, afirmou que não vê problemas de repassar os recursos necessários para a aquisição do gerador, mas enfatizou ser preciso haver um entendimento entre a Prefeitura e a Casa de Caridade Leopoldinense.
(Foto: Jornal Leopoldinense)  (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

PROJETO DE PARCERIA COM AVAC É ARQUIVADO POR INCONSTITUCIONALIDADE

Segundo parecer da Assessoria Jurídica da Câmara, a transferência do canil municipal somente poderá ser efetivada através de licitação, o que inviabilizou a tramitação do projeto de lei.
PROJETO DE PARCERIA COM AVAC É ARQUIVADO POR INCONSTITUCIONALIDADE
Em sessão extraordinária, ocorrida nesta quinta-feira (09/07), a Câmara Municipal de Leopoldina reuniu os vereadores com a finalidade de apreciar projetos de lei de autoria do Poder Executivo. Entre as matérias, o Projeto de Lei nº 36/2020 solicitou autorização para que o Poder Executivo realize termo de parceria, com dispensa de chamamento público, com a AVAC – Associação dos Valentes Amigos dos Cães de Leopoldina, transferindo-lhe a gestão do canil municipal, pelo prazo de 60 meses.
Com tramitação em caráter de urgência, o projeto foi encaminhado a uma Comissão Especial, composta pelos vereadores Jacques Villela, Hélio Batista Braga de Castro e Flávio Lima Neto, cujo parecer apresentado foi contrário à tramitação da matéria por ferir dispositivos legais, solicitando o seu arquivamento.
O posicionamento da comissão seguiu parecer jurídico emitido pela Assessoria Jurídica da Câmara que apontou inconstitucionalidade do texto, visto que encontrou alguns impedimentos legais, como a inviabilidade de dispensa de chamamento público para a realização do termo de parceria, pois, segundo entendimento da assessoria jurídica, respaldado na Lei nº 8666, a transferência da gestão do canil municipal somente deverá ser feita por meio de licitação.
O parecer jurídico ainda apontou que a Lei nº 13.019/2014, que trata de termos de parceria, determina que os termos de colaboração ou de fomento que envolvam recursos decorrentes de emendas parlamentares às leis orçamentárias anuais e os acordos de cooperação, como é o caso do presente projeto, deverão ser celebrados por meio de chamamento público.
Diante dessa orientação da Assessoria Jurídica, o parecer da Comissão Especial foi pelo arquivamento do Projeto de Lei nº 36/2020, sendo aprovado por unanimidade dos presentes.
Em seguida, houve algumas manifestações dos vereadores lamentando o erro cometido no texto do projeto, reconhecendo o trabalho desenvolvido pela AVAC e ressaltando que votariam favoravelmente à matéria se não ferisse nenhuma norma legal.
Rogério Campos Machado afirmou que era favorável à aprovação do projeto, por entender que o trabalho desenvolvido pela AVAC é muito importante para o município. Ele comentou que há anos a associação buscava um apoio do Governo Municipal que agora veio na forma desse projeto de lei, cuja tramitação foi obstruída pela inconstitucionalidade do texto, percebida pela assessoria jurídica.
Jacques Villela disse que gostaria de ver o projeto aprovado, mas ressaltou que a orientação da Assessoria Jurídica da Câmara não pode ser ignorada. Ele também reconheceu o trabalho da associação e acrescentou que a parceria proposta tem de ser feita através de licitação e que os vereadores não podem assumir a responsabilidade pelo não cumprimento de uma normal legal. Ele enfatizou que todos os parlamentares concordam em transferir o canil municipal para a AVAC, mas alertou que isso deve ser feito respeitando a lei.
Ivan Nogueira admitiu que o projeto é muito importante para a cidade e defendeu que a matéria deveria ser aprovada. Comentou sobre a precariedade da situação dos cães abandonados no município, mas frisou que sempre vota de acordo com a constitucionalidade do projeto. O vereador defendeu que a causa da AVAC é relevante e que, se o texto não apresentasse problemas, votaria favorável ao projeto.
Em seguida, o Presidente da Câmara, Waldair Barbosa Costa, esclareceu que todos os vereadores concordam com a transferência do canil para a AVAC. Ele explicou que, assim que foi constatado o erro no texto do projeto, membros da Assessoria Júrídica do Legislativo entraram em contato com os representantes do Executivo para alertar sobre o equívoco na redação da matéria, mas não foi tomada nenhuma medida a fim de corrigir o problema.
Os vereadores Kélvia Raquel, José Augusto Cabral e Antônio Carlos Martins Pimentel justificaram ausência e não participaram da reunião extraordinária.
(Foto ilustrativa – Cecília Bastos) (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina)

PODER LEGISLATIVO PASSA A INTEGRAR COMITÊ GESTOR CONSULTIVO SOBRE COVID-19

A primeira reunião do Comitê Gestor de Crise da Covid-19, agora composto por 21 membros, ocorreu de forma online e discutiu nova regulamentação do funcionamento do comércio local.
PODER LEGISLATIVO PASSA A INTEGRAR COMITÊ GESTOR CONSULTIVO SOBRE COVID-19
A Câmara Municipal de Leopoldina foi convidada pelo Poder Executivo e passa a ter representação no Comitê Consultivo de Gestão de Crise, implantado no município em decorrência da epidemia de Covid-19. A Portaria nº 134/2020, nomeando os membros do comitê, foi divulgada nesta semana.
Com o objetivo de estabelecer um diálogo entre o Poder Executivo e vários setores da sociedade civil, o Comitê terá seguinte composição: Procuradoria Geral do Município, Secretaria Municipal de Governo, Secretaria Municipal de Administração, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Assistência Social, Secretaria Municipal de Fazenda, Gabinete do Prefeito Municipal, Câmara Municipal de Leopoldina,
Comitê de Enfrentamento ao Covid-19, OAB Subseção Leopoldina, Pelotão do Corpo de Bombeiro Militar de Leopoldina, Casa de Caridade Leopoldinense, Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais, Secretaria Estadual de Saúde, Ministério Público de Minas Gerais, Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Minas Gerais, Conselho Municipal de Saúde, Conselho Municipal de Educação e Associação Comercial de Leopoldina.
A primeira reunião aconteceu por videoconferência no último dia 07 de julho (terça-feira) e contou com as presenças do Presidente da Câmara, Waldair Barbosa Costa e a representante do Legislativo, Camila Andrade de Oliveira. Neste encontro inicial, foram discutidas sugestões para nova regulamentação do funcionamento do comércio local e estratégias para uma maior conscientização da população em relação ao isolamento social e medidas de prevenção, como uso de máscaras e higienização constante das mãos. Também ficou decidido que as reuniões do Comitê acontecerão, inicialmente, duas vezes ao mês, de forma online.
A inclusão no Comitê de representantes da sociedade civil e do Poder Legislativo foi proposta pela Câmara Municipal de Leopoldina, através de indicação de autoria da vereadora Kélvia Raquel. Na reunião ordinária ocorrida no dia 15 de junho, foi aprovada a Indicação nº 162/2020, sob argumento da autora de que a população sairá ganhando com a participação no comitê de mais pessoas, contribuindo com o seu conhecimento na busca de respostas coordenadas e articuladas para o enfrentamento da infecção causada pelo novo coronavírus.
(Foto: Assessoria de Imprensa PML) (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

REQUERIMENTO QUESTIONA GASTOS DO MUNICÍPIO NO COMBATE AO CORONAVÍRUS

José Ferraz Rodrigues solicitou informações sobre gastos do Município com o combate ao coronavírus, com cópias de documentos e discriminação dos recursos utilizados.
REQUERIMENTO QUESTIONA GASTOS DO MUNICÍPIO NO COMBATE AO CORONAVÍRUS
Na última sessão ordinária da Câmara Municipal de Leopoldina, ocorrida no dia 15 de junho de 2020, foi apreciado um requerimento solicitando informações ao Poder Executivo sobre os gastos do Município para combater a propagação do coronavírus.
De autoria do vereador José Ferraz Rodrigues, o Requerimento nº 74/2020 solicitou cópia de todos os documentos relativos aos gastos da Prefeitura Municipal de Leopoldina com o combate e a prevenção à Covid-19 nos últimos cinco meses, incluindo cópias dos cheques de todos os pagamentos, contratos e notas de empenho.
O parlamentar também questionou os recursos financeiros repassados pelos governos federal e estadual para enfrentamento da pandemia, solicitando a apresentação de documentos referentes ao recebimento desses repasses.
José Ferraz Rodrigues salientou que sua intenção é cumprir a função de fiscalização do Executivo e ressaltou que estava reiterando solicitações já apresentadas em outras oportunidades, mas que não tinham sido respondidas até o momento.
O requerimento foi aprovado por unanimidade, com assinatura de apoio do vereador José Augusto Cabral.
(Imagem ilustrativa disponível na Internet) (Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Leopoldina).

terça-feira, 30 de junho de 2020

Prefeito de Cataguases será indenizado por agressões de perfis falsos no Facebook.

Sentença foi mantida na segunda instância e Facebook terá que fornecer IPs de responsáveis por grupo de notícias falsas

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve a decisão de primeira instância da juíza Danielle Rodrigues da Silva, da 1ª Vara Cível da Comarca de Cataguases que condenou o Facebook Serviços Online do Brasil Ltda a indenizar o prefeito de Cataguases, Willian Lobo de Almeida e remover o perfil fake "Alexandre Lopes" e o grupo  'Cataguases Sem Laskeira'.

Conforme a decisão que o Site Mídia Mineira teve acesso, o processo foi protocolado pela defesa do prefeito, no dia 24 de abril de 2017, após o gestor sofrer ofensas pela rede social Facebook. A defesa sustentou que "somente através do levantamento do IP do perfil falso utilizado para denigrir a imagem do prefeito, que será possível apurar a real identidade dos seus ofensores, garantindo, assim, o direito à informação." Na primeira instância a juíza reconheceu a gravidade das ofensas contra o prefeito, a ilegalidade do perfil fake e do grupo destinado a divulgar informações falsas. Com base no Artigo 5º, inciso IV da Constituição Federal, que estabelece que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”, a magistrada considerou que os princípios citados exigem da rede social a diligência mínima de assegurar, quando pleiteada, a identificação do usuário, a fim de se evitar o anonimato. "tendo em conta que as argumentações do requerente são no sentido de que pessoas, utilizando-se de um perfil falso no Facebook, vêm proferindo ofensas à sua pessoa, fugindo da função social que se destina o site, vê-se que as medidas pleiteadas são, realmente, as únicas acessíveis para se conhecer o efetivo infrator", escreveu.

Tendo em vista os fatos demonstrados pela defesa, a magistrada julgou, no dia 07 de janeiro de 2020, improcedentes os pedidos formulados em face da Oi Internet S.A. e condenou o Facebook Serviços Online do Brasil Ltda a: 
  1. fornecer a defesa os endereços de IP solicitados na inicial;
  2. a remoção do perfil fake "Alexandre Lopes" e do grupo "Cataguases sem Laskeira";
  3. indenizar o prefeito por danos morais em R$ 10 mil com as correções desde o evento danoso;
  4. pagar as custas e despesas processuais e honorários advocatícios.
O Facebook recorreu e na segunda instância, o Desembargador Pedro Aleixo, negou provimento a apelação e manteve a decisão de primeira instância, no dia 19 de junho deste ano. Ele considerou que "o provedor de conteúdo pode ser responsabilizado se, após notificado sobre a existência de conteúdo ofensivo, permaneça inerte". 

Segundo o desembargador, "o requerido foi informado acerca das violações e falsidade do perfil com a  decisão de tutela provisória do dia 11 de outubro de 2017, que determinou a exclusão dos perfis em 24 horas, sob pena de multa diária de mil reais, mas que, no entanto, o Facebook descumpriu a ordem judicial, alegando que: "após identificar todos os provedores de acesso à internet mediante os IPs que foram fornecidos, o autor deverá requerer a expedição de ofício aos provedores informando o internet protocol com a data, hora e fuso-horário, que irá obter todos os dados pessoais acerca do responsável pelo perfil 'Alexandre Lopes' e do grupo 'Cataguases Sem Laskeira', conforme URLs indicadas na inicial, na plataforma do Site Facebook". Ao deixar de atender à ordem judicial, o Desembargador considerou que o requerido cometeu ato ilícito, sendo, portanto, passível de indenização.

Acompanharam o voto do relator os desembargadores: Ramom Tácio e Marcos Henrique Caldeira Brant.

O Site Mídia Mineira realizou pesquisa no Facebook e constatou que o Perfil "Alexandre Lopes" foi excluído, bem como o Grupo "Cataguases sem Laskeira", mas que outro grupo privado foi criado: "Cataguases sem Laskeira II", administrado pelos perfis fakes: "Magrinho Cataguases", "Manguinha Cataguases", "Carlota Magnólia Cataguases" e "Alexandre Lobby". (Fonte: Site Mídia Mineira).

segunda-feira, 29 de junho de 2020

Leopoldina perde mais três ilustres cidadãos. Casal morreu com 3 horas de diferença, ambos vítimas de COVID-19.

Faleceu no domingo, dia 28 de junho de 2020, na Casa de Caridade Leopoldinense, o professor de educação física e ex-diretor da Escola Estadual Professor Botelho Reis (Ginásio), Rodrigo Arantes Queiroz. Simpático e com grandes amigos, Rodrigo enfrentava problemas de insuficiência renal, além de ter sofrido um AVC – Acidente Vascular Cerebral, segundo informações.


Saiba mais sobre o Professor Rodrigo Arantes Queiróz

Nascido em Leopoldina no dia 03 de março de 1953, pelas mãos do Dr. Oswaldo Vieira, Rodrigo nasceu na casa de sua avó. Filho do casal Dona Lylia Arantes e do Dr. Ruy Queiroz, formou-se em educação física e iniciou sua atividade profissional na Escola Estadual Emílio Ramos Pinto, trabalhando também no distrito de Tebas na Escola Estadual Justiniano Fonseca e no Ginásio. No ano de 1992, professor Rodrigo foi eleito democraticamente por pais, alunos, professores e funcionários, diretor da Escola Estadual Professor Botelho Reis - Ginásio. Em 1994 é aprovado através de concurso, como diretor, sendo que no dia 29 de Janeiro de 1997 foi apostilado. No dia 05 de março de 2008, afastado para aposentadoria, professor Rodrigo encerra o ciclo de uma geração familiar que durante 6 gerações colaboraram com a existência do Ginásio Leopoldinense. Dentre vários benefícios que conseguiu para o Ginásio, constam a 1ª reforma dos banheiros masculino e feminino, bem como a reforma de toda a parte elétrica e hidráulica, foram motivos de conquista para a escola, além da reforma da praça de esportes, compra de material esportivo e escolar., instalação de ventiladores e luz fluorescente nas salas de aula. E ainda, incentivo aos jogos escolares da cidade, reativação da fanfarra, pintura do prédio do Ginásio, compra de computadores, confraternização entre professores e funcionários e etc. (Fonte: Blog do Ginásio Leopoldinense). O professor Rodrigo Queiroz foi sepultado nesta segunda-feira, dia 29 de junho, no Cemitério Nossa Senhora do Carmo, em Leopoldina.

Valtinho e Cristina: Juntos até na morte.

Já na manhã de segunda-feira, dia 29 de junho de 2020, os leopoldinenses acordaram com uma notícia muito triste. Com apenas três horas de diferença, faleceram  vítimas do coronavírus (COVID-19), Cândido Walter Côrtes Ladeira, conhecido como “Valtinho da Nossa Loja” e sua esposa Maria Cristina Rezende Ladeira. Ambos encontravam-se em tratamento contra o coronavírus, na Casa de Caridade Leopoldinense, onde estavam internados no CTI COVID.  Aposentado há alguns anos, Valtinho era sempre visto andando pelo centro da cidade, muitas das vezes, acompanhado pela sua esposa Cristina.  Na década de 1990, tinha uma grande amizade com o já falecido radialista José Américo Barcellos, o Zé Américo da rádio jornal. Na época, Valtinho e Zé Américo, juntamente com outros amigos, se reuniam quase que diariamente para baterem papo e tomarem um café, no bar Lamarca, onde assuntos diversos eram debatidos, inclusive a política, tanto é, que Zé Américo, na época,  batizou o local de “República do Lamarca.” No dia 24 de setembro de 1.973, Valtinho abriu em Leopoldina, na rua Dr. Ribeiro Junqueira, nº 46, centro, a famosa “Nossa Loja”, sendo um comércio varejista de artigos de vestuário e acessórios e que funcionou até meados do início da década de 2.000, quando se aposentou e fechou a mesma.Em sua página no facebook, uma das filhas do casal, Luciana Ladeira, publicou:
4 h · 
Hoje meus amores estão seguindo a caminhada deles para o plano espiritual.
Sempre juntos!
Que eles sejam muito bem acolhidos!
Obrigada por tudo, vocês são pais e avós maravilhosos
Maria Cristina Resende Ladeira




O casal Valtinho e Maria Cristina.




ESCLARECENDO O REPUDIO DA CCL: PREFEITO É ATACADO POR DEFENDER FILA ÚNICA NO COMBATE À PANEMIA, SEM DISCRIMINAR POBRE OU RICO

JOSÉ ROBERTO DE OLIVEIRA, na condição de Prefeito Municipal de Leopoldina, vem a público esclarecer sobre a nota de repúdio firmada pela Provedora da Casa de Caridade Leopoldinense, certamente inspirada por notórios opositores.
Referido texto se insurge contra a expressão NA HORA QUE VAI PARA O RESPIRADOR SÓ VAI RICO. Pretensa Nota, enganosa, infeliz e virulenta é que objetiva agredir o Chefe do Poder Executivo.
Equivoca-se quando vislumbra qualquer ataque aos profissionais trabalhadores da Casa de Caridade Leopoldinense na fala do signatário. Indecorosa é a ira destilada na dita Nota de Repúdio.
O momento é de conscientizar a população, principalmente a mais carente. O Poder Executivo tem cumprido exaustiva e inarredável missão de incutir em nosso povo a necessidade do sacrifício pessoal em prol do bem comum.
A nossa atuação objetiva, até com medidas impopulares, o bem estar geral, portanto emite incansáveis sinais de alerta contra o descuido em evitar o contágio do vírus. Almeja esclarecer sobre as reais consequências do novo coronavírus – COVID 19, dentre elas a mais grave que ceifa inúmeras e dolorosas vidas.
“Como médico sei da situação calamitosa que se anuncia, capaz de afetar a área de saúde, bem como os desdobramentos da doença e os riscos que a falta de leitos pode ocasionar verdadeiro caos. Como Prefeito, permaneço atento ao que for melhor para o bem estar social e me cumpre estar antenado com a fática situação do país”, afirma o prefeito José Roberto de Oliveira.
A respeitada Doutora Ligia Bahia lidera um grupo de médicos e pesquisadores que defendem a criação emergencial de um pool único de recursos para cuidados intensivos nesta pandemia, dotando dos melhores recursos médicos os casos mais graves. Em resumo, defendem a fila única para cuidados médicos intensivos no SUS.
Pela proposta do grupo, “ao invés de filas separadas para o atendimento médico intensivo, uma de plano de saúde e outra destinada para usuários do SUS, uma fila única de acordo com a gravidade de cada caso.” Devem ser considerados como recursos médicos leitos, respiradores, medicamentos e profissionais, como ocorre em diversos países, citando França, Itália, Espanha, Irlanda, Inglaterra e Austrália.
No Brasil diversas entidades médicas já defendem a prática diante do avanço de números de casos e mortes pela nova doença, entre eles o GRUPO DE ESTUDOS SOBRE PLANOS DE SAÚDE (GEPS), vinculado ao Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP, assim como o Grupo de Pesquisa e Documentação sobre o Empresariamento da Saúde (GPDES), ligado ao Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ.
A fila única permite que se faça um uso racional dos recursos e que estes sejam adequados de acordo com a gravidade do problema. Fila quer dizer pessoas com determinadas condições para ser atendidos, de modo a que sejam alocados os recursos mais necessários para quem tem o pior problema com a doença, independente de ter ou não plano de saúde.
É o principal objetivo dos pesquisadores, assim como do Prefeito, combater o atual modelo praticado no Brasil que contém este padrão de desigualdade como obstáculo para reduzir letalidade nessa pandemia.
Diversos projetos em análise na Câmara dos Deputados criam uma fila única para o atendimento de pacientes com COVID-19 em qualquer unidade de terapia intensiva (UTI) do País, seja pública ou privada. Um deles é o de nº 2333/20, apresentado pela bancada do Psol, que estabelece a gestão unificada de todos os leitos hospitalares do País, incluindo unidades militares, filantrópicas e privadas, a fim de assegurar o atendimento universal e igualitário a pacientes com a doença.
A proposta institui a Fila Única Emergencial para a Gestão de Leitos Hospitalares, que deverá ser respeitada enquanto durar o estado de calamidade pública reconhecido pelo Congresso Nacional até 31 de dezembro de 2020. A formação da fila deverá levar em conta a gravidade do caso e a ordem cronológica de chegada do paciente à lista de internação.
Os autores da proposta citada aduzem que a utilização dos leitos privados será a diferença entre a vida e a morte de muitos cidadãos. O projeto proíbe expressamente o uso da capacidade de pagamento individual do paciente como critério para composição da fila única. Esta prática é definida como fraude punível nas esferas cível, administrativa e penal. O texto veda ainda negar atendimento ou investigar, por qualquer meio, se o cidadão que procura atendimento tem ou não plano de saúde.
Outro Projeto de Lei nº 1316/20, de deputados federais de São Paulo (PT), também regulamenta a requisição de leitos da rede privada para o SUS. Pelo texto a requisição será procedida por ato do respectivo Chefe do Poder Executivo local devidamente justificado. O pedido poderá recair sobre leitos, alas ou a totalidade da unidade de saúde, a depender da necessidade e conveniência da administração pública.
Os projetos 2176/20 e 2301/20, de deputados do PC do B focam no paciente grave. Destacam que a Constituição Federal já prevê a possibilidade de intervenção do Estado no domínio privado em caso de grave e iminente perigo público. Observam que o SUS conta com apenas 44% dos leitos do país, que atendem a 75% da população, enquanto os leitos privados em 56 % atendem a 25% da população.
Este é o contexto da fala do Prefeito resumida na frase contestada pela nota da CCL. O Prefeito defende os projetos citados que contém solução para o problema destacado, que se reproduz na CCL. Exatamente por sua responsabilidade como gestor é que lhe incumbe prevenir e zelar pelo direito à vida de toda a população, independente da sua condição social.

A entrevista do Prefeito Municipal teve como tema principal as medidas de combate ao COVID-19 em nossa cidade, ocasião em que esclareceu dúvidas a respeito do novo decreto, além de fazer vários alertas à população em relação ao correto uso de máscaras e da necessidade do isolamento social.
Como até mesmo reconhece a famigerada nota de repúdio, na atual gestão municipal foram reforçados os investimentos no hospital, em valor superior a um milhão de reais. É de se lamentar que a CCL tenha se sentido ofendida, mas o Chefe do Poder Executivo reforça que todos os investimentos necessários estão e continuarão sendo realizados nesta Instituição centenária, com o único objetivo de preservar a saúde e salvar vidas de todos os leopoldinenses.
            A virulência da nota da CCL não é capaz de negar o fato constante dos ditos projetos de lei. Inclusive, também, algumas câmaras municipais tem se debruçado na questão e promovido debates de modo a desfraldar a bandeira contida nas propostas de lei.
            A contestada retórica do Prefeito, na verdade sintetiza seu dever de cuidar das pessoas, sua obrigação constitucional de também prover o bem estar de cada um e de todos. Almeja obter a garantia de que todos são iguais e que assim serão tratados em tempos como os atuais. Nada mais.
            A CCL também deve aderir e garantir que em Leopoldina se faca uma única fila, antecipando aos projetos, de modo a que todos os leitos sejam usados conforme a proposta de fila única que defende o Prefeito e consta da própria Constituição que assegura sermos todos iguais perante a lei. Independente de ser pobre ou rico. É quanto basta.
“Me causou enorme surpresa e repugnância a nota da Casa de Caridade Leopoldinense, pelo fato de ter sido liberado para a mesma mais de 1 milhão e 100 mil reais,destinadosao combate do Covid-19. Sendo assim, nós temos o direito, dever e obrigação de zelar pelo bom empenho desses recursos, pois a fila única repudia os privilégios e dá solidariedade e igualdade a todos os pacientes, independente de classe social”, conclui o prefeito de Leopoldina, Dr. José Roberto de Oliveira. (Encaminhada para este jornal, pela assessoria de imprensa da prefeitura Municipal de Leopoldina).




sexta-feira, 26 de junho de 2020

Casa de Caridade Leopoldinense divulga nota de repudio contra declarações do prefeito

A CASA DE CARIDADE LEOPOLDINENSE vem publicamente repudiar com veemência a afirmação feita em entrevista/live no facebook do jornalista Haroldo Crespo pelo Sr. Prefeito Municipal, Dr. José Roberto de Oliveira que afirmou: "Na hora que vai para o respirador só vai o rico" A infeliz, equivocada e enganosa afirmação do Prefeito Municipal de Leopoldina ferem a honra deste hospital e a de seus profissionais. Com um estilo indecoroso, irresponsável e desleal, lamentavelmente o Prefeito Municipal procura induzir a população, que já amarga um momento de grande aflição e temor devido a pandemia de Covid-19, a conclusões falsas e equivocadas. O momento não é de instaurar pânico nem caos na população e, sim, propagar informações corretas de orientação e prevenção. Colocar em dúvida o trabalho árduo, necessário e sério dos profissionais da Casa de Caridade Leopoldinense, que vem enfrentando com garra e resignação a pandemia, é leviano e covarde. A Casa de Caridade Leopoldinense é uma instituição filantrópica privada conveniada ao SUS com mais de 116 anos de existência e que durante sua história secular sempre lutou e luta pela saúde de todos os cidadãos leopoldinenses, pela preservação da vida, pelo salvamento daqueles que em seu momento de dor necessitam de amparo e de cuidados. Nossos profissionais médicos, junto com os demais funcionários dessa Casa de Caridade, estão ao longo dessa pandemia de Covid-19 atuando com extremo zelo e coragem para salvar a vida de todos os pacientes que necessitam de internação e não fazem qualquer distinção entre esses pacientes. Mais de 90% de nossos pacientes estão internados pelo SUS e os respiradores estão sendo direcionados de acordo com critérios médicos a todos que deles necessitam, sejam ricos ou pobres. Aos nossos olhos todos são iguais, merecem respeito, carinho e cuidado. Não permitiremos que nesse momento uma fala irresponsável e sem qualquer amparo na verdade venha manchar a história de luta e coragem que todas e todos da Casa de Caridade Leopoldinense estão construindo nesse momento de pandemia. Sempre enfrentamos o descaso das autoridades e governos para com a saúde da população, nesse momento não tem sido diferente. Contudo, estamos na trincheira superando todas as adversidades do momento para que possamos 
prestar aos doentes que de nós necessitam o cuidado e o tratamento que precisam e merecem. E repetimos, todas e todos os pacientes são tratados por nós sem nenhuma distinção. A retórica do prefeito encobre seu dever de cuidar das pessoas, obrigação constitucional e prover o bem-estar de cada um e de todos, sem preconceitos ou discriminações de ordem econômica, social ou pessoal. Nós da Casa de Caridade Leopoldinense temos como missão primeira cuidar das pessoas, ampará-las e aliviar suas dores e como diz o aforismo que seguimos: “curar, aliviar, cuidar, consolar e confortar na medida do possível, independentemente de quem esteja a precisar de ajuda”. Reconhecemos o essencial e necessário auxilio que nos vai dado pelo Prefeito Municipal de Leopoldina, sua preocupação em abrir leitos e garantir aos cidadãos leopoldinenses o tratamento adequado, por isso recebemos com espanto e tristeza sua infeliz declaração. Afinal, custas nos crer que ele destinaria recursos a uma instituição que não considera séria e que trataria seus pacientes com distinção de ordem econômica, financeira e social. Lamentamos, afinal a afirmação do Prefeito Municipal e a repudiamos por ser totalmente falsa. Lamentamos ainda o desrespeito e retrocesso nos valores republicanos que essa fala representa. O Prefeito conhece os fundamentos e organização do SUS e a lisura daqueles que estão na luta contra o coronavirus dia e noite na Casa de Caridade Leopoldinense, afirmar que apenas ricos se utilizarão de respiradores é desleal e atenta contra a dignidade da pessoa humana. Em razão do exposto, a Casa de Caridade Leopoldinense reafirma seu repudio, com veemência, a afirmação do Sr. Prefeito Municipal José Roberto de Oliveira reafirmando nosso compromisso de atender a todas e todos sem qualquer distinção ou preconceito. Aproveitamos para tranqüilizar aqueles que de nós precisarem que tenham a certeza de que aqui encontrarão o tratamento adequado e necessário com carinho, amor e respeito como é de nossa obrigação. E aos nossos profissionais médicos, enfermeiros, de nutrição, laboratório, higienização, manutenção, administrativos, a nosso Administrador, a nossa Diretoria Técnica e Clinica nosso reconhecimento pela dedicação, amor e luta que vem salvando a vida de tantos de nossos irmãos leopoldinenses nesse momento delicado da pandemia de covid-19. A vocês nossa homenagem e nosso muito obrigado! Vocês são os reais heróis nesse momento. Essa nota de repudio, expõe a toda a sociedade leopoldinense a gravidade da declaração infeliz do Prefeito, seu desrespeito pelo próximo e sua falta de decoro. 
Reafirmamos com a população de Leopoldina nosso compromisso em melhorar a cada dia nossos serviços buscando sermos mais eficazes, responsáveis e humanizados para que possamos acolher e tratar cada vez melhor todos os nossos pacientes sejam eles ricos ou pobres, para nós vocês são e serão sempre todos iguais. As críticas quando construtivas e verdadeiras são sempre bem recebidas, mas não podemos admitir aquelas que faltam com a verdade e atingem a honra de uma instituição séria e essencial nesse momento e que fere o direito de nossos profissionais no que diz respeito à sua dignidade, à sua condição humana, justiça e cidadania.

Leopoldina, 26 de junho de 2020. ___________________________ Vera Maria do Valle Pires Provedora.

(Fonte: Facebook da Casa de Caridade Leopoldinense).

quarta-feira, 24 de junho de 2020

PROJETO DE MULTA PARA QUEM NÃO USAR MÁSCARA É RETIRADO DE PAUTA PELA PREFEITURA

A Prefeitura Municipal retirou de pauta o projeto que estabelece multa de R$50,00 para quem não usar máscaras em locais públicos, sob alegação de que matéria semelhante está tramitando no Congresso Nacional.
PROJETO DE MULTA PARA QUEM NÃO USAR MÁSCARA É RETIRADO DE PAUTA PELA PREFEITURA

Uma medida considerada eficaz no enfrentamento ao coronavírus é o estabelecimento de multa para os cidadãos que forem flagrados sem máscaras em locais públicos. De acordo com novo estudo realizado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doença dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), o uso de máscaras é capaz de conferir mais proteção do que apenas o distanciamento social ou a higienização das mãos. Em virtude disso, vários municípios estão tornando obrigatório o uso desse equipamento, com penalidades para as pessoas que infringirem essa determinação.
Em Leopoldina, o Poder Executivo chegou a encaminhar para a Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 27/2020 que torna obrigatório o uso de máscaras de proteção durante circulação em locais públicos e estabelece multa de R$50,00 (cinquenta reais) para as pessoas que descumprirem essa obrigatoriedade. A referida matéria foi lida na reunião ordinária realizada no dia 08 de junho e foi encaminhada para uma Comissão Especial, formada por José Augusto Cabral, Valdilúcio Malaquias e Jurandy Fófano Vieira, que emitiu parecer favorável à tramitação do projeto.
Porém, antes de entrar no estágio de discussão e votação, o projeto foi retirado de pauta pelo Poder Executivo. Na reunião subsequente, ocorrida no dia 15 de junho, foi lido o ofício nº 12/2020, assinado pelo Prefeito Municipal, solicitando a retirada de pauta da matéria, em razão de já existir no Congresso Nacional um projeto em trâmite o qual trata do mesmo tema. O pedido foi deferido pelo Presidente do Legislativo e a proposta normativa foi devolvida à Prefeitura Municipal.
Desta forma, o projeto não consta mais do expediente da Câmara Municipal e somente será analisado caso o Poder Executivo o reencaminhe para apreciação dos vereadores. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).

segunda-feira, 22 de junho de 2020

EXCLUSIVO: COMBATE AO CORONAVIRUS: CÂMARA MUNICIPAL APROVA E PREFEITURA TEM MAIS DE 5 MILHÕES E 900 MIL PARA O COMBATE E PREVENÇÃO AO CORONAVIRUS.


Depende do Prefeito: Partes destes recursos podem ser encaminhados para a Casa de Caridade Leopoldinense.

Em reunião extraordinária, realizada no dia 22 de junho de 2020, segunda-feira, com início às 13:00 horas, a Câmara Municipal de Leopoldina, aprovou por unanimidade, o Projeto de Lei nº 33/2020, que “Autoriza a abertura de Créditos Suplementares no Orçamento Municipal de 2020 e dá outras providências”, de autoria do Chefe do Poder Executivo Municipal, assinado por José Roberto de Oliveira, Prefeito Municipal, José Márcio Fajardo Campos, Secretário Municipal de Fazenda e Adriana Vieira da Silva Souza, Controladora Geral. Diz o Artigo 1º do Projeto de Lei: “Art. 1º: Fica o Poder Executivo autorizado a abrir créditos suplementares ao orçamento municipal do exercício financeiro de 2020 até o limite máximo de R$ 5.943.616,50 (cinco milhões, novecentos e quarenta e três mil, seiscentos e dezesseis reais e cinqüenta centavos) correspondendo a 5% (cinco por cento) do orçamento vigente, referente à Lei nº 4.502, de 19 de dezembro de 2019, para remanejamento de dotações que se tornarem insuficientes durante o referido exercício.” Art. 2º: “Os recursos a serem utilizados na abertura dos créditos ora autorizados serão aqueles definidos no art. 43, da Lei Federal nº 4.320/64, informados quando da abertura de cada decreto, conforme Art. 167, inciso V, da Constituição Federal de 1988.” No ofício nº 89/2020, do Gabinete do Prefeito, assinado por José Roberto de Oliveira, em que encaminha o Projeto de Lei nº 33/2020, o mesmo solicita discussão e votação, “para medidas de prevenção e combate ao novo coronavirus (COVID-19)”. O vereador Waldair Barbosa Costa, do PSD, apresentou uma emenda, que foi aprovada por unanimidade, determinando que os créditos suplementares sejam utilizados exclusivamente para medidas de prevenção e combate ao novo coronavírus.

PARECER DA COMISSÃO PROCESSANTE É APROVADO EM REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA

Por 8 a 6, a Câmara Municipal de Leopoldina aprovou parecer da Comissão Processante para prosseguir com os trabalhos de investigação sobre suposta irregularidade cometida pelo Município na aquisição de máscaras para prevenção ao Covid-19.

Os vereadores da Câmara Municipal de Leopoldina estiveram reunidos na tarde desta segunda-feira (22/06) para apreciar duas importantes matérias, entre elas, o parecer da Comissão Processante nº 001/2020 instaurada para apurar possíveis irregularidades na aquisição de máscaras para prevenção ao Covid-19.
Verificada a presença unânime dos vereadores, foi procedida a leitura do parecer assinado pelos membros da Comissão José Augusto Cabral, Valdilúcio Malaquias e Antônio Carlos Martins Pimentel que, após explanação cronológica dos acontecimentos, apresentação dos argumentos de defesa do Sr. Prefeito Municipal e análise da documentação, concluíram pelo prosseguimento dos trabalhos de apuração dos fatos.
Durante a discussão do documento, os vereadores alternaram-se em pronunciamentos, apresentando argumentos para justificar o prosseguimento ou não da denúncia.
Ao final do expediente de discussão da matéria, passou-se à votação do parecer que obteve o seguinte resultado: oito votos favoráveis dos vereadores José Augusto Cabral, Antônio Carlos Martins Pimentel, Valdilúcio Malaquias, Sebastião Geraldo Valentim, José Ferraz Rodrigues, Jacques Villela, Pastor Darci José Portella e Jurandy Fófano Vieira; seis votos contrários ao parecer dos vereadores Kélvia Raquel, Rogério Campos Machado, Ivan Nogueira, Elvécio de Souza Barbosa, Flávio Lima Neto e Hélio Batista Braga de Castro.
Em seguida, o Sr. Presidente proclamou o resultado, anunciando o prosseguimento da comissão, cujos trabalhos entrarão em uma nova fase, com oitivas e depoimentos das partes envolvidas.
Nesta mesma reunião, os vereadores também apreciaram o Projeto de Lei nº 33/2020, de autoria do Poder Executivo, que solicitou autorização para abrir créditos suplementares no Orçamento Municipal de 2020 até o limite máximo de R$5.943.616,50. O texto original do projeto foi alterado através de emenda de autoria do vereador Waldair Barbosa Costa, determinando que os créditos suplementares sejam utilizados exclusivamente para medidas de prevenção e combate ao novo coronavírus.
Após as discussões regimentais, o Projeto de Lei nº 33/2020 foi aprovado por unanimidade em regime de urgência. (Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Leopoldina).

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Homem é assassinado a golpes de faca em Cataguases

Crime teria sido cometido pelo sobrinho da vítima que está preso
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Atualizado em 18/06/2020 às 11:53
MATÉRIA ATUALIZADA – Um homem, cuja idade e nome ainda não foram divulgados, foi assassinado no final da noite desta quarta-feira, 17 de junho, em uma rua do Bairro Thomé, em Cataguases. O autor foi preso às 8 horas desta quinta-feira, 18, na casa de sua avó. Ele tem 21 anos de idade e o motivo do crime teria sido por causa de drogas, conforme informou a Polícia Militar.
As informações obtidas pelo Site junto a Polícia Militar, que assumiu o caso, revelam que o sobrinho da vítima seria o autor do crime. Ele teria desferido golpes de faca contra o tio fugindo em seguida. A vítima foi identificada como sendo Celso Mauro de Oliveira Júnior, 26 anos.
A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU – compareceu ao local do crime e confirmou o óbito. A Perícia Técnica da Polícia Civil também esteve no local onde colheu informações e evidências que vão ajudar a elucidar o fato. Equipes da Polícia Militar fizeram buscas ao longo de toda a noite pelo suspeito e conseguiram encontrar-lo nesta manhã de quinta-feira, na casa de sua avó.

(Fonte: Site do Marcelo Lopes)

CÂMARA APROVA PEDIDOS DE INVESTIMENTOS PARA O HOSPITAL DE LEOPOLDINA

José Ferraz sugeriu ao Governo Municipal o pagamento de uma antiga dívida com o hospital e a construção de um setor específico para acomodar os pacientes de Covid-19.

O enfrentamento da pandemia provocada pelo novo coronavírus tem colocado na pauta de discussões a necessidade de atender às demandas por capacitação e investimentos na Casa de Caridade Leopoldinense. Esse tema é constantemente debatido nas sessões ordinárias do Poder Legislativo.
Recentemente duas proposições de autoria do vereador José Ferraz Rodrigues novamente colocaram o hospital local no centro das discussões. O Requerimento nº 67/2020 solicitou informações à Prefeitura Municipal sobre a previsão de pagamento de uma dívida que a Municipalidade tem com a Casa de Caridade Leopoldinense, referente ao contrato para funcionamento e manutenção do Pronto-Socorro Municipal.
Segundo o autor da proposição, nos meses de agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2008, os repasses mensais não foram feitos e, na atualidade, esses recursos serão de grande importância em virtude do esforço dos administradores do hospital em criar as condições necessárias para oferecer um bom atendimento às vítimas do Covid-19.
José Ferraz Rodrigues também é autor da Indicação nº 130/2020 que sugeriu à Prefeitura Municipal que providencie o término da construção do primeiro andar do prédio, onde seria instalado o Pronto-Socorro Municipal, localizado ao lado do setor de hemodiálise. O vereador explicou o Hospital poderia utilizar esse novo espaço para acomodar os pacientes acometidos pela Covid-19.
As proposições foram aprovadas por unanimidade e receberam assinatura de apoio do vereador José Augusto Cabral. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina). 

VEREADOR SOLICITA REVISÃO DE MULTAS APLICADAS DURANTE A PANDEMIA


Jacques Villela solicitou que o Município reavalie a situação de comerciantes que foram autuados ou multados durante o período de enfrentamento ao coronavírus.


Em recente sessão ordinária da Câmara de Vereadores, foi discutido e votado um requerimento solicitando informações sobre atuações e multas aplicadas em Leopoldina durante a pandemia de Covid-19.
De autoria do vereador Jacques Villela, o documento solicitou ao Poder Executivo informações sobre a relação dos estabelecimentos comerciais que foram multados e/ou autuados, discriminando os motivos que justificaram tal procedimento. O vereador solicitou também informações sobre os valores das multas aplicadas em virtude de um possível descumprimento do Decreto Municipal 4610, de 10 de março de 2020.
Durante a discussão da matéria, Jacques Villela comentou que os comerciantes, cujas lojas estão fechadas, enfrentam dificuldades para pagar as contas no final do mês. Ele informou que recebeu algumas reclamações de comerciantes que foram autuados, enquanto que outras lojas do mesmo segmento estavam abertas e não foram fiscalizadas.
O parlamentar ponderou que o Executivo faça uma reavaliação dessa situação, visto que algumas lojas que estão fechadas não vão reabrir. Segundo o vereador, a flexibilização do comércio é uma medida inevitável, pois entende que economia também é saúde. Ele salientou que as medidas de isolamento social impactaram fortemente o comércio e que já há um clima de desespero entre os comerciantes, que estão sendo punidos pelo simples fato de quererem trabalhar para sobreviver.
Jacques Villela esclareceu que solicitou a identificação dos fiscais apenas para verificar se eles poderiam autuar ou multar determinadores setores ou se extrapolaram sua competência.
Após as discussões regimentais, o Requerimento nº 70/2020 foi aprovado por unanimidade e recebeu assinaturas de apoio de Valdilúcio Malaquias, Ivan Nogueira, José Augusto Cabral e José Ferraz Rodrigues.
(Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina)

CÂMARA APROVA PEDIDO PARA LIBERAÇÃO DE FGTS PARA SERVIDORES DA PREFEITURA.

Proposição de autoria de Rogério Campos Machado solicita ao Poder Executivo a liberação de recursos provenientes do FGTS para cerca de 998 servidores da Prefeitura.

Em sua mais recente sessão ordinária, ocorrida no dia 8 de junho, a Câmara Municipal aprovou uma proposição em favor de 998 servidores da Prefeitura de Leopoldina.
De autoria do vereador Rogério Campos Machado, a Indicação nº 151/2020 direcionou uma solicitação ao Chefe do Poder Executivo no sentido de que sejam tomadas providências para efetuar o pagamento aos 998 servidores da Prefeitura que têm o direito de retirar o Fundo de Garantia em virtude da mudança do regime trabalhista de celetista para estatutário.
Durante a discussão da matéria, o autor ressaltou que a liberação desses recursos, num total superior a R$1 milhão de reais, ajudará esses funcionários e suas famílias, além de injetar recursos no comércio da cidade, tão combalido em virtude da pandemia do coronavírus.
Rogério Campos Machado informou que os recursos já estão depositados na agência da Caixa Econômica Federal e que não há motivos para não liberá-los. O vereador comentou que os servidores entraram na justiça, ganharam em duas instâncias e a ação está agora no Tribunal Superior do Trabalho aguardando decisão.
Em seguida, José Ferraz Rodrigues explicou que, assim que passaram do regime celetista para estatutário, os servidores perderam alguns direitos, entre eles o FGTS.
Ao final da discussão, a Indicação nº 151/2020 foi aprovada por unanimidade e recebeu assinatura de apoio dos vereadores Hélio Batista Braga de Castro, José Ferraz Rodrigues e Ivan Nogueira. (Fonte: Site da Câmara Municipal de Leopoldina).